quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Relatório dos Testes Intermédios do 2.º Ano

     O Relatório dos Testes Intermédios do 2.º Ano está disponível para consulta pública aqui. »»»

     As conclusões relativamente à disciplina de Português são as seguintes:

     «Dos resultados obtidos ao longo dos quatro anos de aplicação, é importante destacar três áreas em que parece ser necessária uma intervenção mais específica: o domínio da Escrita, nomeadamente ao nível da textualização; o domínio da Gramática; e, tendo em conta as fragilidades na interpretação de alguns tipos de texto, o domínio da Leitura.
As dificuldades identificadas no domínio da Escrita incidem particularmente na integração de todos os elementos inerentes à tipologia do texto narrativo, na estruturação do texto e na ortografia, pelo que o reforço de estratégias assentes em modelos processuais de escrita, treinando, de forma sistemática, a construção da frase, a estruturação do texto e a produção de narrativas, individualmente, em pares e em grande grupo, surge como indispensável. Deste modo, as práticas de produção e de revisão textual, que incluem a partilha de ideias e o melhoramento nos planos ortográfico e lexical, parecem essenciais. As dificuldades de escrita compositiva podem ser minimizadas também através de um treino recorrente da escrita, com uma revisão que atenda à especificidade da planificação, da textualização e do aperfeiçoamento de textos.
No domínio da Leitura, as dificuldades na interpretação de textos de diferentes tipologias sugerem a necessidade de uma abordagem mais frequente e sistemática de textos diversificados. Também o treino específico e orientado da leitura de enunciados, compreendendo situações comunicativas e expressões utilizadas, constitui uma ferramenta preciosa para a promoção de melhores resultados, da qual muito beneficiarão os restantes domínios em avaliação.
Em relação ao domínio da Gramática, os resultados confirmam a necessidade de se reforçar o trabalho nestes conteúdos, com vista à construção de um conhecimento metalinguístico, mas também à apropriação de conteúdos, que, neste ano de escolaridade, se pode realizar sem recurso à metalinguagem.»

Conclusão: está tudo mal, à exceção da área da Compreensão Oral. 
E agora? O que esperar? Atuar na formação de professores? Novos programas? Alterar as metas? Enfiar o relatório na gaveta e deixar andar, que novo está a meses de tomar posse e ele que tome conta da criança? Esperar que a delegação de competências no setor da Educação para as autarquias locais resolva o problema?
Passe a ironia, mais a sério: e então?

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