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terça-feira, 23 de julho de 2019
Escrever à mão beneficia a aprendizagem, a criatividade e a memorização
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terça-feira, 25 de junho de 2019
A escola e o elevador social ou o 54/2018
O SE Costa veio recentemente falar da escola como «elevador social», referindo a este propósito o papel do 54/18, como elemento integrador e que garante oportunidades aos mais desfavorecidos, ao garantir o sucesso a todos os alunos, através das chamadas medidas universais.
Por outro lado, um jornal explicava que «a indisciplina nas salas de aulas está a prejudicar o ensino e é um dos motivos pelos quais cada vez mais pais procuram explicadores para os filhos mais cedo, logo no 1.º Ciclo. A ansiedade e a pressão pelas boas notas justificam que já não se vendam apenas aulas particulares de Matemática, mas também para as línguas, as Ciências e, até, o Português».
Estas duas lógicas são contraditórias, ou o elevador social só funciona com as medidas universais, isto é, adapta a avaliação ao aluno, se o aluno não teve sucesso com o nível normal de exigência, reduz-se o mesmo; ou funciona com mais esforço, com mais repetições, nas explicações.
Um excelente artigo de opinião [artigo] sobre a falácia que constitui a Educação segundo o governo de António Costa.
De facto, nele o autor mostra, com facilidade e total clareza, como o 54/2018 aprofunda as desigualdades no setor educativo: os «mais fracos» não saem da cepa torta e os com «mais recursos» singram, ou pelo menos têm muito mais possibilidades de singrar.
A ler com toda a atenção por parte de todos aqueles de mente aberta e que procuram os dois lados do espelho.
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terça-feira, 11 de junho de 2019
Escola do século XXI, ou a banha da cobra educativa
O futuro das crianças que se iniciam agora na escola é uma incógnita mas, mesmo assim, continuam a ser ensinadas através de “um programa curricular pensado há muitos anos”, criticou Rod Allen, mentor e co-autor de uma profunda reforma curricular no Canada, no Encontro Nacional de Autonomia e Flexibilidade Curricular, que decorreu esta semana na […]
António Duarte | 11/06/2019 às 8:06 | Etiquetas: Demagogia, Eduquês, Facilitismos, Incongruências, Verdades inconvenientes | Categorias: Educação | URL: https://wp.me/p6duOw-oNZ
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(Mais) Um excelente post do nosso colega António Duarte, no seu blogue [ligação], agora sobre a patranhice da dita escola do século XXI.
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Paulo Guinote e o regresso da censura?
Paulo Guinote, bem conhecido professor e bloguer, viu a sua página de Facebook denunciada e, por isso, está impedido de a usar e nela publicar.
As causas para as denúncias parece ser um conjunto de «posts» que põem a nu a miséria nacional nos mais diversos setores:
- "Que comunidade? Que padrões?";
- "Questões de domingo";
- "Um país de costas largas";
- "A escalada governo/enfermeiros".
Isto não é novidade. Por exemplo, nas últimas eleições autárquicas algumas páginas satíricas da ação política de candidatos às eleições foram denunciadas e, consequentemente, «eliminadas». Alguns iluminadas do Parlamento Europeu têm tentado limitar fortemente o que se pode publicar nas mais diversas plataformas «on-line».
São novas formas de censura e de limitação da expressão do pensamento livre e da opinião. Quando não se concorda, combate-se com argumentação sólida e factual. Quando se passa das marcas da legalidade, convoca-se a lei e o tribunal, se necessário. Regressar a tempos bafientos não é, claramente, solução, porém a tentação é grande.
Há mais de uma dúzia de anos que o Paulo Guinote incomoda muita gente de todas as áreas, assumindo sempre em seu nome os textos que publica, com custos pessoais elevados que só ele poderá quantificar/qualificar. A sua voz calou-se durante algum tempo quando decidiu encerrar o «Umbigo». Regressou pouco depois num registo diferente e de maior abrangência, mas a acutilância regressou em força nos últimos tempos perante a sujeita que é a vida política portuguesa.
A nós resta-nos apenas prestar-lhe o reconhecimento pela sua coragem e frontalidade e a solidariedade distante e fria de um teclado.
Um abraço, colega Paulo Guinote!
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sexta-feira, 27 de março de 2015
Paulo Guinote e o fim do nosso 'Umbigo'

Nos últimos nove anos, o espaço de que era autor marcou a Educação portuguesa.
Fui um dos seus leitores assíduos desde 2007. Concordei, discordei. Polémico, escreveu sempre o que pensava. Marcou o setor (sector) e não deixou ninguém indiferente. Condicionou a ação de sindicatos, de governantes, de professores, de ministros... Era leitura assídua de jornalistas.
Tudo tem um princípio e um fim. É uma lei da vida, mas nem isso faz com que o fim seja mais fácil de encaixar. Manter vivo aquele espaço, com opinião, com argumentação coerente e lógica, com estudo aprofundado e sustentado dos assuntos... tudo isso ocupa tempo e cansa imenso.
Mas o que mais doi ao ler o testemunho do próprio ao Público é isto: “A certa altura comecei a sentir que os professores descarregavam a sua frustração nos comentários que escreviam no Umbigo e noutros blogues e que nas escolas não intervinham”.
Deixou um vazio.
Paulo Guinote: A Educação do Meu Umbigo.
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In Memoriam
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Do uso (errado) de «portanto»
Portanto...
Quando uma aluna da minha professora de português do então 5° ano do liceu começava a resposta com "portanto", como na altura era moda na linguagem juvenil, era certo que desencadeava uma tempestade. Ainda me dá vontade de rir quando me lembro do teatro que ela fazia, arregalava os olhos como se tivesse visto um fantasma, levava as mãos ao cabelo e arrepelava-os de pavor, puxava do lenço branco que trazia no bolso e assoava-se ruidosamente como se lhe tivesse entrado um cheiro tóxico pelas narinas. Isto durava um bom bocado e o silêncio na aula era terrível, a temer a borrasca a cair sobre a desgraçada do portanto. Seguia-se o sermão. Portanto??? Ó parvoinha, ó tolinha, então ainda não raciocinaste e já estás a usar uma conjunção coordenativa conclusiva? Estás a coordenar o quê, disparates ou sabedoria? Queres fingir que sabes do que estás a falar, julgas que me enganas? Em vez de estudar e de aprender a usar os miolos decoraste as coisas e vens para aqui fingir que sabes do que falas? Explicava depois, já mais calma, que primeiro é preciso explicar os elementos em que se baseia o raciocínio, o que mostra que as pessoas estudaram o assunto e perceberam-no em vez de andar "à pesca", como ela dizia. Se essas premissas estivessem erradas, bem podíamos usar os portantos todos que não havia anjo protector para nos defender da asneira final. E ela considerava ofensivo que se começasse pelo "portanto", não era só um erro de construção da frase -o que já seria gravíssimo - ela ensinava que era uma questão de respeito pela inteligência e boa fé dos outros, porque se não pudessem avaliar o ponto de partida tinham que seguir a conclusão sem saberem se estava certa ou errada. Um dos exemplos que dava para ilustrar as consequências nefastas desta organização do discurso era poder esconder preconceitos, ideias feitas que levavam a conclusões sem permitir escrutinar os seus fundamentos. Apontava uma aluna com uma elaborada trança no cabelo e dizia, à queima roupa, "portanto, tu só te preocupas com os penteados", e todos sabiam que essa era uma boa aluna e que era injusto ela concluir pela avaliação superficial; ou mostrava à turma uma lancheira debaixo do tampo de uma carteira e acusava " portanto acordaste tarde e não tiveste tempo de tomar o pequeno almoço" e todos sabiam que a menina vinha de longe e se levantava de madrugada, claro que teria fome antes da hora da saída das aulas. E por aí fora. Ela ensinou-nos a ser exigente na avaliação dos argumentos, a desconfiar de quem apresenta ou adere a conclusões sem se preocupar em saber se as razões resultam da ignorância disfarçada ou da má fé, para chegar ao "portanto".
Hoje, se olharmos à nossa volta, há um recurso sistemático aos "portanto" para início de conversa, começa-se sempre pela afirmação peremptória e, quando se vai ver o raciocíonio e as suas premissas, por mais duvidosas ou incertas que sejam, já todos assumiram a conclusão. A minha professora de português, se fosse viva, teria um colapso nervoso. Arrepelaria os cabelos, invectivando este mundo de enganos. E não haveria lenços capazes de a proteger da corrosão ácida das conclusões mal pensadas.
(c) Suzana Toscano, in Quarta República
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quinta-feira, 26 de julho de 2012
Público vs. Privado
Para já, e para começar, constata-se que a solidariedade nacional desapareceu. proponho uma guerra civil: setor público vs setor privado.
Depois, sugiro que se acabe com a função pública: privatize-se tudo. O cidadão comum não terá mais que pagar os agora serviços públicos ao preço de custo. Paga a educação dos filhos por inteiro, se não tem dinheiro fica com filhos analfabetos e paciência. Paga os serviços de saúde por inteiro, se não tem dinheiro paciência, morre e depois já não tem que se incomodar. Paga os serviços judiciais por inteiro, se não tem dinheiro vá pedir justiça à Nossa Senhora. Chegaremos então a um patamar perfeito em que o setor público desaparece e é tudo privado.
O princípio da igualdade é facílimo de aplicar: TODOS os cidadãos, independentemente do modo como auferem os seus rendimentos, que ganhem mais de 1500 € / mês, devem pagar 2/14 do seu rendimento anual a título de imposto extraordinário. Claro que havia que disciplinar e fiscalizar os liberais (advogados, empresários por conta própria, etc) que declaram ninharias, bem como os trabalhadores do privado que auferem rendimentos não declarados ou pagos em espécie (carro, viagens, telemóvel, etc.)
Por fim, havia ainda que acabar com essas benesses privadas, como por exemplo, descontarem no IRS os livros, gasolina, formação profissional, refeições, etc.
Mas eu quero mesmo é uma guerra civil!
Comentário reatirado do blogue Cachimbo de Magritte
Depois, sugiro que se acabe com a função pública: privatize-se tudo. O cidadão comum não terá mais que pagar os agora serviços públicos ao preço de custo. Paga a educação dos filhos por inteiro, se não tem dinheiro fica com filhos analfabetos e paciência. Paga os serviços de saúde por inteiro, se não tem dinheiro paciência, morre e depois já não tem que se incomodar. Paga os serviços judiciais por inteiro, se não tem dinheiro vá pedir justiça à Nossa Senhora. Chegaremos então a um patamar perfeito em que o setor público desaparece e é tudo privado.
O princípio da igualdade é facílimo de aplicar: TODOS os cidadãos, independentemente do modo como auferem os seus rendimentos, que ganhem mais de 1500 € / mês, devem pagar 2/14 do seu rendimento anual a título de imposto extraordinário. Claro que havia que disciplinar e fiscalizar os liberais (advogados, empresários por conta própria, etc) que declaram ninharias, bem como os trabalhadores do privado que auferem rendimentos não declarados ou pagos em espécie (carro, viagens, telemóvel, etc.)
Por fim, havia ainda que acabar com essas benesses privadas, como por exemplo, descontarem no IRS os livros, gasolina, formação profissional, refeições, etc.
Mas eu quero mesmo é uma guerra civil!
Comentário reatirado do blogue Cachimbo de Magritte
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sábado, 28 de abril de 2012
Quelque chose comme moi!
«Eu acho que, com a idade que temos, nós é que deveríamos impor as regras. Pensar "então se tenho ido a todas as festas, não preciso de ir a esta. É dinheiro que poupo e uma noite em casa". Os nosso pais matam-se a trabalhar para nós irmos todas as sextas sair até às tantas. Não concordo.
Mas uma coisa que me irrita é quando desconfiam de mim! Epa não é bem desconfiar, mas é a sensação que dá. Eu esforço-me pelas notas, para me portar bem, para tudo (e não digam que não) e só sabem dizer "andas de cabeça no ar"; "logo te conto uma história quando saírem as notas"... Olha, sinceramente não percebo! Não percebo onde estou a errar! Não sei. É óbvio que também tenho os meus momentos mais "malucos" e de cabeça no ar, mas bolas! Eu trabalho, eu porto-me bem... Eu não vos dou motivos de problemas, não armo confusão. E depois mandas uma boca destas? Olha não percebo. Sou responsável e sei por-me no meu lugar. Sei quando chega e quando é demais. E o que sabes é criticar... Sinceramente não percebo! E tu não entendes o quanto isso me irrita! A sério, é das coisas que mais me irrita. Quando eu faço TUDO POR TUDO para te dar alegrias e tu chateias-te por algo que ACHAS que estou a fazer! IRRITA como não calculas!!!! E entristece!!»
«Roubado« de um blogue de uma jovem estudante de 17 anos, natural de Beja: http://sofiaa-isaabel.blogspot.pt/2011/10/blog-da-bea-continuacao-do-seu-post.html. Começa a ser raro encontrar testemunhos destes, que vão desde o reconhecimento do esforço familiar para proporcionar um futuro melhor; a necessidade de reconhecer o estatuto de (quase) adulto; o desejo de confiança em si enquanto pessoa; a pressão para obter boas notas; a injustiça na apreciação do esforço e do estudo...
Parabéns à Sofia Isabel, autora do «Quelque chose comme moi!».
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Mensagem do Coveiro aos Tontos
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
Fim das marcas "Blogger" e "Picasa"
A Google vai mudar as marcas de vários dos seus serviços mais populares, como o Blogger e o Picasa, para facilitar a respetiva integração no Google+. O YouTube mantém-se inalterado.
Saber mais >>aqui.
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