Português

sábado, 19 de maio de 2012

As maravilhas dos novos centros escolares

     Os novos centros escolares de Santarém foram apresentados como paradigma da construção sustentável. O que justificou custarem o dobro das escolas normais. O problema é que a “construção sustentável” está-se a tornar insustentável para as crianças.

     A Associação de Pais dos Alunos do Centro Escolar Salgueiro Maia já pediu a intervenção da autoridade de saúde pública. “É de facto uma questão de saúde pública”, afirmou a O Ribatejo Vítor Bezerra, pai de uma das crianças e médico de Santarém.
     “Além do calor insuportável nas salas de aula, existem ainda vários erros na conceção do centro escolar, como os urinóis terem sido colocados a uma altura em que só podem ser usados por adultos, ou existência de esquinas com arestas aguçadas. É preciso que a Câmara atue imediatamente na solução destes problemas antes que aconteça algum problema”, disse Vítor Bezerra.
     (...)
     Para resolver de imediato o problema, o diretor do Agrupamento D. João II, António Pina Braz, decidiu comprar cortinas e solicitou à Câmara a sua colocação. “Já pedimos aos operacionais para procederem à colocação imediata das cortinas”, confirma Luísa Féria.
     A construção deste Centro Escolar custou 2,6 milhões de euros, com comparticipação comunitária do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional de 1,7 milhões de euros.


sexta-feira, 18 de maio de 2012

"Com quem eu quero", Miúda


Episódio do Sarau da Trindade

1. Objetivos
  • Ajudar as vítimas das inundações do Ribatejo;
  • Apresentar um tema querido da sociedade lisboeta: a oratória;
  • Criticar o Ultrarromantismo que encharcava o público;
  • Reunir novamente as várias camadas das classes mais destacadas, incluindo a família real;
  • Proporcionar um contraste entre um clima de festa e um clima de tragédia.

2. Ambiente
  • Espaço físico: Teatro da Trindade.
  • Espaço social: alta sociedade lisboeta analisada através de tipos sociais.
  • Caracterização da sociedade: inculta, estática e superficial, deformada pelos excessos e lugares comuns do Ultrarromantismo.

3. Temas tratados

a) Oratória

1. Oradores

     1.1. Rufino:
  • "vozeirão túmido, garganteado, provinciano, de vogais arrastadas em canto" - tom altissonante;
  • temas da sua alocução: a caridade, o progresso, a fé, Deus, a sua aldeia, a imagem do "Anjo da Esmola";
  • revela falta de originalidade:
- recorre a lugares comuns e a imagens de origem duvidosa (a imagem do «Anjo da Esmola», que estendera as suas asas benfazejas sibre os deserdados das inundações destruidoras das belas aldeias onde antes o rouxinol trinava);
 - faz uso de chavões retóricos e lirismos banais em torno da caridade e da fé;
  • a sua retórica é oca e balofa;
  • é adulador (volta-se constantemente para a zona das cadeiras reais, considera que a salvação reside no trono de Portugal: "... vir aquele pulha pôr-se ali a lamber os pés à família real...");

     1.2. Alencar - poeta ultrarromântico
  • esguio, sombrio e pensativo;
  • olhar encovado e lento;
  • melancólico, solene e pomposo;
  • tema proposto: a democracia (romântica);
  • utiliza os habituais bordões / chavões líricos ultrarromânticos: o luar, os vastos arvoredos, o amor, os segredos;
  • sustenta um excessivo lirismo carregado de conotações sociais:
- "... a severa ideia social da Poesia...";
- "... uma mulher macilentae, farrapos, chora, aconchegando ao seio magro o filho que pede pão...";
- "... estes humanitarismos poéticos.";
- "... daquele lirismo humanitário e sonoro.";
  • o seu discurso está desfasado da realidade: "A sala permanecia muda e desconfiada.";
  • ataca frontalmente

quinta-feira, 17 de maio de 2012

terça-feira, 15 de maio de 2012

Questionário SERMÃO - Cap. I

1. A frase «Vos estis sal terrae» («Vós sois o sal da terra»), transcrita da Bíblia, mais concretamente do Evangelho de S. Mateus, capítulo V, versículo 13, constitui o chamado conceito predicável, a partir do qual se desenvolverá o Sermão.

1.1. Observe a frase «Vós sois o sal da terra».

1.1.1.        Identifique os referentes do pronome pessoal «vós».
Resposta: Os referentes do pronome pessoal «vós» referem-se aos pregadores que estavam a escutar Cristo.

1.1.2. Refira a subclasse a que pertence o verbo usado.
Resposta: O verbo usado encontra-se no Presente.
1.1.3. Identifique a função sintática desempenhada pelo constituinte «o sal da terra».
Resposta: A função sintática é o complemento direto.

1.1.4. Indique por palavras suas a relação de sentido entre o constituinte com a função de sujeito e o constituinte referido em 1.1.3.

1.1.5. Identifique o que representa o «sal».
Resposta: O «sal» representa a palavra de Cristo.

1.1.6. Indique, agora, o que representa o elemento «terra».
Resposta: A «terra» representa o planeta Terra, todo o mundo onde se prega a palavra de Cristo.

1.1.7 Sabendo que «predicar» significa atribuir propriedades a entidades ou situações ou estabelecer relações entre entidades ou situações, explique em que medida a frase de 1.1. representa um conceito predicável. 
Resposta: A frase de 1.1. representa um conceito predicável porque para além da relação que eu referi em cima também se pode relacionar com os adubos que se colocam na terra para esta ficar própria para semear.

1.2.       Por que motivo é atribuída por Cristo a propriedade «sal da terra» aos referentes do pronome pessoal «vós».
  Resposta: O motivo é porque são estes que levam a palavra de Cristo até vários povos e a pronunciam.

1.3.       Relacione a função do sal com a função das entidades referidas por «vós».
Resposta: Porque o sal serve para impedir a corrupção e o que os pregadores fazem é tentar fazer o mesmo defendendo a palavra de Cristo.

1.4. Como avalia o padre António Vieira o sucesso dessas entidades no desempenho da sua função?

1.5. Enuncie o problema levantado pelo padre Vieira.
Resposta: O problema que o padre Vieira levanta é os pregadores não proferirem corretamente a palavra de Cristo.

1.5.1. Identifique e classifique o vocábulo que introduz esse problema.  

1.6. Refira as duas hipóteses gerais apresentadas como causas possíveis do problema.
                Resposta: As duas hipoteses gerais apresentadas como causas possíveis do problema são porque o sal não salga e porque a terra não se deixa salgar.

1.6.1. Identifique os elementos linguísticos que as introduzem como causa do problema e as apresentam como duas alternativas.

1.7. Enumere os motivos que poderão ter conduzido à primeira causa e os que poderão ter conduzido à segunda.
                          Resposta: Os pregadores não pregam a verdadeira doutrina; os pregadores dizem uma coisa e fazem outra; os pregadores pregam-se a si mesmos e não a Cristo são os motivos que poderão ter conduzido á primeira causa. Os ouvintes não querem receber a verdadeira doutrina; Os ouvintes querem imitar o que os pregadores fazem e não o que eles dizem; Os ouvintes querem servir os seus apetites em vez de servir a Cristo e estes são os motivos que poderão ter conduzido à segunda. Mas o primeiro motivo é o sal não salgar, e o segundo é a terra não se deixar salgar.

2. O segundo parágrafo inicia-se com uma premissa e, com base nela, o padre António Vieira coloca uma pergunta.

2.1. Enuncie a premissa.

2.2. Parafraseie a pergunta.

2.3. Identifique a parte do problema para o qual é proposta, neste parágrafo, uma solução e refira a solução proposta, bem como a finalidade da adoção de tal proposta.
Resposta: A parte do problema para o qual é proposta, neste parágrafo, uma solução tem a ver com o facto de os pregadores não pregarem a verdadeira doutrina e pregarem a si e não a Cristo.

2.3.1. O problema e a finalidade da solução proposta estão representados por duas orações subordinadas adverbiais que ocorrem na mesma frase. Classifique-as.
Resposta: É a oração subordinada Consecutiva e final.

2.3.2. Qual é o tipo de argumento usado para sustentar essa proposta? Justifique a sua resposta.

3. Para fundamentar o que se há de fazer à terra que se não deixa salgar (isto é, aos ouvintes que não querem seguir os ensinamentos da verdadeira doutrina), o padre António Vieira recorre ao exemplo de Santo António.

3.1. Indique a razão por que o padre Vieira convoca a figura de Santo António.
Resposta: Porque Santo António criou uma resolução para o grande problema português. 

3.2. Relate o episódio ocorrido com o santo e que justifica o título deste sermão.
Resposta: Santo António não obtinha resultados da sua pregação e os homens até o quiseram matar, em vez de desistir resolveu pregar aos peixes.

3.3. Em determinado passo do capítulo, o autor do texto recorre a diversas interrogações. Aponte a intencionalidade do pregador ao colocar essas questões.
Resposta: O autor coloca essas questões para tentar arranjar soluções para Santo António.

3.4. Aponte a decisão tomada pelo padre Vieira.
Resposta: Padre António Viera, sem obter resultados, a terra continuava corrupta, resolvendo igualmente pregar aos peixes, seguido o exemplo de Santo António.

3.4.1. Refira três argumentos apresentados pelo pregador que justificam essa atitude.
Resposta: De Santo António ter os pés descalços e não poder protestar, o facto de não ter pregado nada da terra e de não os ter sacudido.

3.5. O primeiro capítulo termina com uma invocação e com a expressão de um desejo.

3.5.1. Indique o destinatário da invocação e a sua intencionalidade.
Resposta: O destinatário dessa invocação é Maria.

Sónia S.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Questionário SERMÃO - Cap. I

1. A frase «Vos estis sal terrae» («Vós sois o sal da terra»), transcrita da Bíblia, mais concretamente do Evangelho de S. Mateus, capítulo V, versículo 13, constitui o chamado conceito predicável, a partir do qual se desenvolverá o Sermão.

1.1. Observe a frase «Vós sois o sal da terra».

1.1.1. Identifique os referentes do pronome pessoal «vós».
O pronome «vós» refere-se aos pregadores que estavam a escutar Cristo.

1.1.2. Refira a subclasse a que pertence o verbo usado.
O verbo «sois» encontra-se no presente do indicativo.

1.1.3. Identifique a função sintática desempenhada pelo constituinte «o sal da terra».
Predicativo do sujeito.

1.1.4. Indique por palavras suas a relação de sentido entre o constituinte com a função de sujeito e o constituinte referido em 1.1.3.
Cristo, ao referir estas palavras, está atribuir aos pregadores o sinónimo sal da Terra, porque são eles que pregam a sua palavra.

            1.1.5. Identifique o que representa o «sal».
O sal representa a palavra de Cristo.

1.1.6. Indique, agora, o que representa o elemento «terra».
O elemento «terra» representa o planeta Terra, todo o mundo onde se prega a palavra de Cristo.

1.1.7 Sabendo que «predicar» significa atribuir propriedades a entidades ou situações ou estabelecer relações entre entidades ou situações, explique em que medida a frase de 1.1. representa um conceito predicável.
Porque para além da relação que eu referi em cima também se pode relacionar com os adubos que se colocam na terra para esta ficar própria para semear.

1.2. Por que motivo é atribuída por Cristo a propriedade «sal da terra» aos referentes do pronome pessoal «vós».
Porque são estes que levam a palavra de Cristo até vários povos e a pronunciam 

1.3. Relacione a função do sal com a função das entidades referidas por «vós».
Porque o sal serve para impedir a corrupção e o que os pregadores fazem é tentar fazer o mesmo defendendo a palavra de Cristo.

1.4. Como avalia o padre António Vieira o sucesso dessas entidades no desempenho da sua função?
O sucesso dessas entidades é posto em causa pelo padre António Vieira como podemos ver na seguinte frase «Ou é porque o sal não salga, e os pregadores não pregam a verdadeira doutrina».

1.5. Enuncie o problema levantado pelo padre Vieira.
O problema que o padre Vieira levanta é os pregadores não proferirem corretamente a palavra de Cristo.

1.5.1. Identifique e classifique o vocábulo que introduz esse problema.
O vocábulo que introduz esse problema é «ou é porque o sal não salga»

1.6. Refira as duas hipóteses gerais apresentadas como causas possíveis do problema.
Duas hipóteses para este problema é o despreze e que os pregadores sejam metidos debaixo dos pés.

1.6.1. Identifique os elementos linguísticos que as introduzem como causa do problema e as apresentam como duas alternativas.
Os elementos linguísticos introdutórios são o «ou» e «;».

1.7. Enumere os motivos que poderão ter conduzido à primeira causa e os que poderão ter conduzido à segunda.
O primeiro motivo é o sal não salgar, e o segundo é a terra não se deixar salgar.

2. O segundo parágrafo inicia-se com uma premissa e, com base nela, o padre António Vieira coloca uma pergunta.

2.1. Enuncie a premissa.
A premissa é «Não é tudo isto verdade? Ainda mal»

2.2. Parafraseie a pergunta.
A pergunta refere-se a todas as suposições que o padre António fez para responder á pergunta «qual pode ser a causa desta corrupção?»

2.3. Identifique a parte do problema para o qual é proposta, neste parágrafo, uma solução e refira a solução proposta, bem como a finalidade da adoção de tal proposta.
A parte do problema para o qual é proposta, neste parágrafo, uma solução tem a ver com o facto de os pregadores não pregarem a verdadeira doutrina e pregarem a si e não a Cristo.

2.3.1. O problema e a finalidade da solução proposta estão representados por duas orações subordinadas adverbiais que ocorrem na mesma frase. Classifique-as.
As orações são Consecutiva e final.

2.3.2. Qual é o tipo de argumento usado para sustentar essa proposta? Justifique a sua resposta.
Argumento de causa e consequência porque ele usa o facto de Cristo não ter pronunciado a doutrina.

                          3. Para fundamentar o que se há de fazer à terra que se não deixa salgar (isto é, aos ouvintes que não querem seguir os ensinamentos da verdadeira doutrina), o padre António Vieira recorre ao exemplo de Santo António.

3.1. Indique a razão por que o padre Vieira convoca a figura de Santo António.
Porque Santo António criou uma resolução para o grande problema português. 

3.2. Relate o episódio ocorrido com o santo e que justifica o título deste sermão.
Estava Santo António pregando em Itália na cidade de Arimino, contra os hereges entretanto o povo vira-se contra ele e quase lhe tiram a vida, então ele mudou o púlpito do auditório não desistindo da doutrina, seguindo assim para as praias, para os mares. Até que começa a pregar então ai começam as ondas a ferver, começam os peixes a concorrer e põem-se todos de cabeça de fora da água ouvindo Santo António a pregar.   

3.3. Em determinado passo do capítulo, o autor do texto recorre a diversas interrogações. Aponte a intencionalidade do pregador ao colocar essas questões.
O autor coloca essas questões para tentar arranjar soluções para Santo António.

3.4. Aponte a decisão tomada pelo padre Vieira.
Ir até as praias e mares pregar para os peixes

3.4.1. Refira três argumentos apresentados pelo pregador que justificam essa atitude.
O facto de Santo António ter os pés descalços e não poder protestar, o facto de não ter pregado nada da terra e de não os ter sacudido.

3.5. O primeiro capítulo termina com uma invocação e com a expressão de um desejo.

3.5.1. Indique o destinatário da invocação e a sua intencionalidade.
                        O destinatário dessa invocação é Maria, «Domina maris», Senhora do mar.

Questionário SERMÃO - Texto Introdutório

1. A nota apresentada no início do sermão fornece alguns dados pertinentes sobre o contexto extralinguístico em que foi proferido e sobre o próprio texto.

1.1. Indique o lugar e a data em que foi proferido o Sermão.

Resposta: O sermão foi proferido na catedral de S. Luís que fica em Maranhão (no Brasil), no ano de 1654.

1.2. Recorde as informações que recolheu sobre a vida e a obra do Padre António Vieira e indique o motivo por que se encontrava nesse local nessa data.

Resposta: O Padre António Vieira tinha acabado de regressar a Portugal quando foi denunciado à Inquisição pela primeira vez. Mais tarde é-lhe pedido que regresse ao Brasil (1652).

1.3. De acordo com a nota, qual era a reação à «doutrina» que o Padre António Vieira pregava?

Resposta: De acordo com a nota a reação à doutrina pregada pelo Padre António Vieira referia-se ao bem espiritual do Homem. Esta era entendida através das alegorias presentes no Sermão.

1.3.1. Os ensinamentos da referida doutrina eram relevantes em duas vertentes da vida do homem. Identifique-as.

Resposta: As vertentes relevantes eram a vertente espiritual e a vertente cultural do Homem.

1.4. Transcreva o adjetivo usado para qualificar o Sermão e mencione a sua subclasse.

Resposta: O adjetivo usado para classificar o Sermão é o adjetivo “alegórico” de subclasse qualificativo.

1.4.1. O adjetivo referido remete para a figura de retórica «alegoria». Apresente uma definição deste recurso estilístico e um exemplo.

Resposta: Uma alegoria é figura literária que permite representar uma ideia abstrata através de outras formas, podendo estas ser formas humanas, animais ou objetos. Por exemplo, a imagem de uma caveira com dois ossos cruzados é uma alegoria à pirataria. Outro exemplo é uma imagem de uma mulher cega com uma balança. Esta representa a justiça.
Liliana L.

Questionário SERMÃO - Texto Introdutório

1.1. O sermão foi proferido na Cidade de S.Luís do Maranhão no ano de 1654.

1.2. Encontrava-se ali naquele local e naquela data porque os índios eram oprimidos e ele falava aos colonos, ás autoridades portuguesas, aos religiosos de outras ordens, sobre a justiça e sobre a liberdade dos índios. Mas ninguem apoiava a acção do Padre António Vieira, em vez disso contrariavam – a.

1.3. As pessoas perseguiam a doutrina que ele pregava, contrariavam-a, não a aceitavam e estavam fartos de o ouvir.

1.3.1. As duas vertentes da vida do homem em que os ensinamentos na referida doutrina eram relevantes são o bem espiritual e temporal.

1.4. O adjetivo usado para qualificar o Sermão é “alegórico” , e a sua subclasse é adjetivos relacionais.

1.4.1. A alegoria é uma figura de estilo apoiada na analogia, que são geralmente metáforas. A alegoria conclui uma comparação alargada entre uma realidade concreta e animada, que é mostrada ao leitor com o objetivo de clarificar uma entidade abstrata.
Solange T.

Questionário SERMÃO - Texto Introdutório

1.1. O sermão foi proferido em São luis de Maranhão no Brasil no ano de 1654.
  
. 1.2. O padre estava la porque tinha sido expulso de Portugal e estava em luta contra os colonos.
  1.3. De acordo com a nota a reação á doutrina era o ao bem espiritual, e temporal daquela terra.
     
     1.3.1.
 
     1.4.1. O adjetivo referido remete para a figura de retórica «alegoria». Apresente uma definição deste recurso estilístico e um exemplo.
 È uma figura de linguagem, mais especificamente de uso retórico.
Daniela F.

Questionário SERMÃO - Texto Introdutório


1.1-           Este Sermão foi pregado na Cidade de S. Luís do Maranhão, durante 3 dias antes de partir para Lisboa, ou seja, 16 de Junho ano de 1654.

1.2-           O motivo por que se encontrava ali nessa data, era porque estava de partida para Portugal pois queria por fim ao descalabro moral e social que havia no Brasil, a escravidão, como as autoridades do Brasil não o queriam ouvir iria a Portugal convencer o rei a ditar um decreto que abolisse a escravatura. Mas antes de partir pregou esse Sermão, já que ninguém o queria ouvir Padre António Vieira decidiu pregar para os peixes, esse Sermão representava o estado das coisas na colónia.

1.3-           De acordo com nota, a «doutrina» que o Padre António Vieira pregava era perseguida, sabemos nós que era pela Inquisição.

1.3.1- Os ensinamentos da referida doutrina eram relevantes ao bem espiritual e temporal da terra onde ele pregava.

      1.4-«alegórico»é um adjectivo qualificativo.

1.4.1- A «alegoria» é um recurso retórico-estilístico em que se fazem corresponder, de modo minucioso e sistemático, um nível de significados literais e um nível de significados figurados. A alegoria pode ser considerada como uma metáfora ou como uma comparação prolongadas, devendo o seu intérprete descobrir sob os significados literais e patentes, que em si mesmos têm coerência, outros significados, significados de outra ordem.

Exemplo: "O polvo, com aquele seu capelo na cabeça, parece um monge; com aqueles seus raios estendidos, parece uma estrela; com aquele não ter osso nem espinha, parece a mesma brandura, a mesma mansidão."

 O polvo aparece aqui como uma notável representação alegórica da hipocrisia com que se mascara o ser humano e, em particular, alguns membros da igreja.

 A alegoria pode ser global, isto é, um texto literário pode conter alegorias, mas a alegoria é particularmente utilizada em géneros e subgéneros literários como a sátira, a fábula, a parábola, o sermão e o apólogo (esta lista de géneros e subgéneros demonstra bem o pendor didáctico da alegoria).
Daniela E.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Inspeção-geral da Educação recomenda formação em ensino especial para docentes do ensino regular


Nota 1: Note-se como o redator, no título, escreveu «Inspeção-geral» e, no «lead», optou por «Inspeção Geral», seguindo. no fundo, o Secretário de Estado Francisco José Viegas, que afirmou que «cada um escreve como quer».

Nota 2: Consta que o MEC decidiu já promover diversas ações de formação específica na área em questão e que um conjunto apreciável de deputados da nação se voluntariou como cobaia, «case study», para a vertente prática da dita formação. 

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Professora despedida por ensinar demasiado

(c) La Republica

   
     Una profesora de la Escola Espanyola d'Escaldes-Engordany ha sido despedida por enseñar "demasiado" a sus alumnos. La educadora del curso de P4 (Educación infantil) ha sido apartada de su empleo por recomandación de un inspector, que ha dado la razón al centro y recomienda en regreso de la profesora a España.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Sousa Neto

  • Amigo do Conde de Gouvarinho, é o representante da administração pública no romance, figurante e personagem-tipo da burocracia: é apresentado como «Oficial superior de uma grande repartição do estado», «Da Instrução Pública» (cap. XII);
  • revela falta de cultura e mediocridade intelectual - o narrador, ironicamente, apresenta-o como «cheio de curiosidade inteligente» a perguntar a Carlos se «em Inglaterra havia também literatura»;
  • é incapaz de argumentar, por falta de conhecimentos;
  • fala «do alto da sua considerável posição burocrática»;
  • nunca entra em discussões e acata todas as opiniões alheias, mesmo quando elas são absurdas;
  • provocado pro Ega, é incapaz de travar um diálogo consequente, devido à falta de conhecimentos sobre figuras e temas da época (por exemplo, Proudhon, o socialismo utópico) e devido a uma formação preconceituosa e à ignorância que o leva a afirma, acerca das «páginas de Proudhon sobre o amor», que não sabia «que esse filósofo tivesse escrito sobre assuntos escabrosos»;
  • representa, enquanto tipo social, a degradação na instrução pública, a superficialidade e a falta de cultura dos representantes da Administração do Estado.
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