sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Portagens das ex-SCUT: consulta on-line dos pagamentos em dívida


     Todos os condutores que frequentam as ex-SCUT e não possuem o Dispositivo Eletrónico de Matrícula (DEM) têm de efetuar o pagamento nas estações de correios (CTT). Note-se que a este tipo de pagamento acresce o valor de 0,25 € por viagem, num máximo acumulado de 2 € para «despesas administrativas». Por outro lado, o lançamento da dívida, que terá de ser paga num prazo máximo de cinco duas úteis, acontece somente dois dias após a passagem nos pórticos.

     Quem não dispuser ainda do DEM, pode consultar o valor em dívida no sítio dos CTT (clicar para aceder). Para tal, necessita apenas de introduzir a matrícula do veículo e um código de verificação «captcha», ou seja, a cadeia de carateres apresentada.

     O senão tem a ver com o facto de qualquer pessoa que conheça a matrícula do «nosso» veículo ter acesso aos nossos dados enquanto viajantes, colocando assim em causa a privacidade de cada um.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Mais quatro barcos hotel a cruzar o rio Douro até 2014


     «O Douro deverá contar com mais quatro barcos hotel até 2014, a juntar aos oito que já cruzam o rio desde o Porto até Barca de Alva, disse hoje à Agência Lusa o presidente da Turismo do Douro.
     António Martinho referiu que o Douro é cada vez mais procurado por turistas, verificando-se também "um crescimento claro" a nível do cruzeiro fluvial, nomeadamente dos barcos hotel.
     Atualmente cruzam a via navegável do Douro oito barcos hotel. Um número que, segundo António Martinho, deverá crescer para os 12 até 2014.»

Os gregos, o «deficit» e a falência

Escravidão
     Na Grécia Antiga, certo ano os atenienses exigiram dinheiro aos habitantes da ilha de Andros e, jocosamente, disseram-lhes que tinham de pagar porque havia dois deuses poderosos em Atenas que os compeliam a tal: «Por favor» e «É melhor pagar».
     Havia, porém, um senão: os ilhéus eram muito pobres. Assim, responderam que a sua ilha era tão miserável que os únicos deuses que possuíam eram dois que se recusavam a partir: «Falido» e «Lamento muito».
     Por outros palavras, quando não há com que pagar, todas as ameaçasse se revelam inúteis.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Obras de Almeida Garrett

Poesia
     Lírica de João Mínimo (1829)
     Romanceiro (1843 - volume I)
     Flores sem Fruto (1845)
     Folhas Caídas (1853)

Narrativa
     Viagens na Minha Terra, publicada em folhetins em 1843 e editada na íntegra em 1846
     Arco de Sant'Ana (1845 - volume I; 1850 - volume II)

Teatro
     Lucrécia (1819)
     Catão (1821)
     Camões (1825)
     D. Branca (1826)
     Um Auto de Gil Vicente (1838)
     Dona Filipa de Vilhena (1840)
     O Alfageme de Santarém (1842)
     Frei Luís de Sousa (representado pela primeira vez em 1843 3 publicado em 1844)
     A Sobrinha do Marquês (1848)

Mensagem do Coveiro aos Tontos

     Ler em .

Biografia de Garrett

  • Filho do selador-mor da Alfândega do Porto, João Baptista da Silva Leitão, nome a que, mais tarde, acrescentará os apelidos de Almeida Garrett, nasceu a 4 de Fevereiro de 1799, na mesma cidade, mais precisamente na rua do Calvário, às Virtudes, nos números 37, 39 e 41.
  • O período da infância, vivido no Porto, marcou indelevelmente o futuro escritor, alimentado pelas tradições populares reveladas nas histórias e cantilenas das duas velhas criadas com quem conviveu.
  • Acompanhou a família quando esta se viu obrigada a fugir para Lisboa, primeiro, e para os Açores, depois, onde tinha propriedades, para escapar à segunda invasão francesa, comandada por Soult, que entrou em Portugal por Chaves e se dirigiu, de seguida, para o Porto, cidade que ocupou.
  • Almeida Garrett passou, assim, a sua adolescência na Ilha Terceira, onde estudou e contactou com a cultura humanística, de influência clássica e arcádica, lendo e estudando os grandes tragediógrafos gregos e latinos, sob a orientação do tio D. Frei Alexandre da Sagrada Família, bispo de Malaca e depois de Angra. Esse estudo e essas leituras desenvolveram no jovem Garrett a sua paixão pelo teatro, exemplificada pela escrita de Xerxes.
  • Em 1816, regressou ao continente e frequentou o curso de Direito na Universidade de Coimbra, onde contactou com os ideais liberais e organizou uma loja maçónica, frequentada por por alunos da Universidade, como, por exemplo, Passos Manuel.
  • Em 1818, passou a usar os apelidos Almeida Garrett, à semelhança de toda a sua família. Segundo o seu biógrafo Gomes de Amorim, o apelido foi obtido a partir do nome do seu padrinho, enquanto Almeida era apelido oriundo do lado materno e Garrett derivava da ascendência irlandesa da sua avó paterna. Por outro lado, a introdução dos dois apelidos acima referenciados traduz o esteticismo e o elitismo social de Garrett.
  • Os ideais de liberdade proclamados pela Revolução Francesa determinaram a ideologia liberal da revolução liberal de 1820 e marcaram para sempre o percurso cívico e político de Garrett. Enquanto dirigente estudantil e orador, defendeu o vintismo , escrevendo inclusive um Hino Patriótico recitado no Teatro de S. João.
  • Em 1821, fundou a Sociedade dos Jardineiros. Após nova viagem aos Açores, provavelmente por razões relacionadas com a sua ligação à Maçonaria, estabeleceu-se em Lisboa, continuando aí a

domingo, 25 de dezembro de 2011

Recomeça agora


Natal

Devia ser neve humana
A que caía no mundo
Nessa noite de amargura
Que se foi fazendo doce...
Um frio que nos pedia
Calor irmão, nem que fosse
De bichos de estrebaria.

                                 Miguel Torga, Diário IV (1948)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Mariah Carey: "All I Want For Christmas is You" (1994)

Profs... a culpa é deles!


     Neste momento, é óbvio para todos que a culpa do estado a que chegou o ensino é (sem querer apontar dedos) dos professores. Só pode ser deles, aliás. Os alunos estão lá a contragosto, por isso não contam. O ministério muda quase todos os anos, por isso conta ainda menos. Os únicos que se mantêm tempo suficiente no sistema são os professores. Pelo menos os que vão conseguindo escapar com vida.
     É evidente que a culpa é deles. E, ao contrário do que costuma acontecer nesta coluna, esta não é uma acusação gratuita. Há razões objectivas para que os culpados sejam os professores.
     Reparem: quando falamos de professores, estamos a falar de pessoas que escolheram uma profissão em que ganham mal, não sabem onde vão ser colocados no ano seguinte e todos os dias arriscam levar um banano de um aluno ou de qualquer um dos seus familiares.
     O que é que esta gente pode ensinar às nossas crianças? Se eles possuíssem algum tipo de sabedoria, tê-la-iam usado em proveito próprio. É sensato entregar a educação dos nossos filhos a pessoas com esta capacidade de discernimento? Parece-me claro que não. A menos que não se trate de falta de juízo, mas sim de amor ao sofrimento.
     O que não posso dizer que me deixe mais tranquilo. Esta gente opta por passar a vida a andar de terra em terra, a fazer contas ao dinheiro e a ensinar o Teorema de Pitágoras a delinquentes que lhes querem bater. Sem nenhum desprimor para com as depravações sexuais - até porque sofro de quase todas -, não sei se o Ministério da Educação devia incentivar este contacto entre crianças e adultos masoquistas.
     Ser professor, hoje, não é uma vocação; é uma perversão.
     Antigamente, havia as escolas C+S; hoje, caminhamos para o modelo de escola S/M. Havia os professores sádicos, que espancavam alunos; agora há os professores masoquistas, que são espancados por eles. Tomando sempre novas qualidades, este mundo.
     Eu digo-vos que grupo de pessoas produzia excelentes professores: o povo cigano.
     Já estão habituados ao nomadismo e têm fama de se desenvencilhar bem das escaramuças. Queria ver quantos papás fanfarrões dos subúrbios iam pedir explicações a estes professores. Um cigano em cada escola é a minha proposta.
     Já em relação a estes professores que têm sido agredidos,tenho menos esperança.
     Gente que ensina selvagens filhos de selvagens e, depois de ser agredida, não sabe guiar a polícia até à árvore em que os agressores vivem, claramente, não está preparada para o mundo.

Ricardo Araújo Pereira, in Visão

"Professores portugueses, emigrem" (II)


Expresso

"Professores portugueses, emigrem!"

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Portagens: alternativas à A25


     Quem utilizar a A25 com regularidade e quiser estudar alternativas, aqui fica uma proposta para poupar uns cobres.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Desbloqueado


     Desde a madrugada de sexta-feira, a conta referente a este blogue estava bloqueada pelo Google. Esclarecido o problema, a mesma foi desbloqueada por volta das dezoito horas de hoje. Afinal, de Portugal aos Estados Unidos, mesmo usando os meios tecnológicos, ainda há uns milhares de quilómetros a superar.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Quem deve o quê e a quem, ou a teia da dívida eurpeia


     The circle below shows the gross external, or foreign, debt of some of the main players in the eurozone as well as other big world economies. The arrows show how much money is owed by each country to banks in other nations. The arrows point from the debtor to the creditor and are proportional to the money owed as of the end of June 2011. The colours attributed to countries are a rough guide to how much trouble each economy is in.

Tiffany: "I think we're alone now" (1987)

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