domingo, 22 de outubro de 2084
Professor
quinta-feira, 23 de julho de 2026
Desconstruindo o exame nacional de Português 2026 - 2.ª fase
Grupo I
Pergunta 3.
Pergunta 4.
Pergunta 5.
Pergunta 6.
Pergunta 7.
Grupo II
Pergunta
Desconstruindo o exame nacional de Português 2026 - 2.ª fase: Pergunta 2 do Grupo I
- O Verbo de Comando (O que fazer?): "Explique" → Regra: Não basta fazer um resumo ou copiar versos. Têm de demonstrar que percebem como e porquê o sujeito poético vê a escrita daquela maneira, usando as vossas próprias palavras antes de citar o texto.
- A Divisão Obrigatória (Onde e o quê?): "em cada poema [...] poética, num caso, e de uma eventual biografia, no outro caso" → Regra de Ouro: A resposta tem de ser cortada a meio. O primeiro parágrafo será dedicado exclusivamente a Eugénio de Andrade (Poema 1) e à escrita de poesia. O segundo parágrafo será dedicado a Alberto Caeiro (Poema 2) e à escrita sobre a sua vida. Ignorar um dos poemas corta logo metade da cotação!
- A Exigência Técnica (A Prova): "fundamentando a sua resposta em transcrições textuais pertinentes" → Regra: Esta instrução é vital. Estão obrigados a colocar pequenos excertos do poema entre aspas para provar as vossas explicações. Sem citações, a resposta nunca chegará à cotação máxima, por muito bem escrita que esteja.
- Recolha no Poema 1 (a escrita poética em Eugénio de Andrade):
- Como ele vê a escrita? Como um trabalho rigoroso, mas também como a sua grande paixão vital.
- Onde estão as provas (versos)? Ele diz que tem uma «mão rigorosa» no controlo das palavras (trabalho meticuloso). Declara um amor profundo, dizendo «Eu gosto delas, nunca tive outra / paixão». E prova que a poesia lhe dá vida quando diz que com as palavras «sustentava os meus dias».
- Recolha no Poema 2 (a escrita biográfica em Alberto Caeiro):
- Como ele vê a biografia? Como algo extremamente simples e objetivo, que ele não quer escrever (deixa para os outros), porque a sua vida não teve mistérios filosóficos, apenas sensações.
- Onde estão as provas (versos)? Ele diz logo no início que escrever a sua biografia «Não há nada mais simples» e que «Tem só duas datas». Ele perspetiva a sua vida apenas através dos sentidos, afirmando ser «fácil de definir», porque a sua existência se resumiu a ver: «Vi como um danado».
Desconstruindo o exame nacional de Português 2026 - 2.ª fase: Pergunta 1 do Grupo I
- O Limite de Pesquisa (Onde?): O enunciado restringe a nossa análise apenas ao Poema 1 ("Agora as palavras", de Eugénio de Andrade).
- O Verbo de Comando (O que fazer?): "Refira" → Regra: O aluno deve identificar e expor de forma clara a informação pedida. Não é necessário fazer uma análise literária complexa às figuras de estilo, basta apontar a realidade e prová-la com o texto.
- A Quantidade (Quantas?): Exigem-se exatamente "duas alterações". Dar apenas uma garante um corte drástico na cotação; dar três é perda de tempo e risco de erro.
- A Condição Obrigatória: O enunciado dá uma "pista" que é, na verdade, uma exigência. A pergunta fala numa "oposição entre dois tempos". Logo, para explicar uma "alteração", o aluno não pode focar-se só no agora. Tem obrigatoriamente de construir a sua resposta em espelho: mostrar como era no passado e contrastar com como é no presente.
- Recolha para a Alteração 1:
- Passado: Logo no primeiro verso, quando o poeta diz que as palavras lhe obedecem "agora muito menos", o aluno deduz logicamente que, no passado, elas lhe obedeciam e eram fáceis de dominar.
- Presente: Agora, elas revoltaram-se. O poeta diz que elas «resmungam», «não fazem caso» e «não respeitam a minha idade».
- Recolha para a Alteração 2:
- Passado: O aluno lê a partir do verso 11 e encontra a tal harmonia. No passado, as palavras «gostaram» dele, «dançavam» à sua roda e até davam sentido à sua vida, pois com elas «sustentava os meus dias».
- Presente: Hoje em dia, a relação azedou. Elas tornaram-se «ariscas» (fogem "por entre as mãos") e estão agressivas, pois «arreganham os dentes» se ele as tenta prender.
segunda-feira, 20 de julho de 2026
Análise de O Meu Pé de Laranja Lima, de José Mauro de Vasconcelos
I. Vida de José Mauro de Vasconcelos
II. Obras
III. Obra
IV. Época
V. Ação
1. Resumo
2. Estrutura
3. Resumo dos capítulos
3.1. Primeira parte
3.1.1. Primeiro capítulo
3.1.2. Segundo capítulo
3.1.3. Terceiro capítulo
3.1.4. Quarto capítulo
3.1.5. Quinto capítulo
3.2. Segunda parte
3.2.1. Primeiro capítulo
3.2.2. Segundo capítulo
3.2.3. Terceiro capítulo
3.2.4. Quarto capítulo
3.2.5. Quinto capítulo
3.2.6. Sexto capítulo
3.2.7. Sétimo capítulo
3.2.8. Oitavo capítulo
3.2.9. Último capítulo
VI. Análise dos capítulos
2. Capítulo I
2.1. Título
2.2. Ação
2.3. Caracterização das personagens
a) Zezé
b) Totoca
c) Mãe
d) Tio Edmundo
e) Pai de Zezé
2.4. Espaço
2.5. Tempo
2.6. Narrador
2.7. Simbologia
2.8. Temas
3. Capítulo II
3.1. Título
3.2. Ação