quinta-feira, 11 de junho de 2026
Olise no PSG? Quando o sujeito é composto… mas o verbo foi sozinho
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Os alunos aprendem menos quando usam tecnologia
As escolas estão a limitar telemóveis, mas continuam a encher as salas de aula de computadores e plataformas digitais. Para muitos pais e especialistas, o problema não desapareceu: os ecrãs podem estar a prejudicar a aprendizagem, a concentração e o bem-estar das crianças.
Uma mãe contou-me recentemente que está com dificuldade em fazer com que a filha, que é bem-comportada e tem bons resultados escolares, vá às aulas. A mãe queixa-se que a filha chega muitas vezes atrasada ou falta, e teme que ela não consiga concluir o ensino secundário e que a sua admissão na universidade seja revogada.
O que se passa? A mãe, que em casa incentiva escolhas ponderadas em relação à tecnologia, acredita que o uso de tecnologia na escola está a deixar a filha stressada e exausta. Os seres humanos evoluíram para interagir uns com os outros, usar o corpo e estar ao ar livre, não para passar o dia a olhar para ecrãs, sublinhou.
Ela é apenas uma entre muitos pais que me dizem estar preocupados com o impacto que o uso dos ecrãs nas escolas tem nos seus filhos. A esmagadora maioria das escolas públicas dos EUA (88%), já distribui dispositivos a todos os alunos, segundo um inquérito de 2025 do Centro Nacional de Estatísticas da Educação. As escolas públicas da minha própria cidade também usam muita tecnologia, e eu também estou preocupada com as minhas filhas.
A reportagem é da CNN e pode ser lida clicando na ligação: cnnportugal.
quarta-feira, 20 de maio de 2026
Uma escrita nada enxuta
O jornalista do jornal "A Bola", entre outras parvoíces, neste texto, deve ter acordado a pensava que morava no Brasil. Vai daí, decidiu ampliar o alcance do Acordo Ortográfico, abolindo, no português de Portugal, o "h" inicial.
Úmido é a avozinha.
quarta-feira, 6 de maio de 2026
Macacadas nuas sobre cálculo mental
Reparem: no título, escreve-se que o homem nasceu em 1948 e faleceu este ano, 2026.
Ora bem, fazendo uma subtração simples (2026 - 1948), chegaremos à conclusão que o escritor foi para o céu com 78 anos.
Porém, quando menos a notícia, somos confrontados com a informação de que, afinal, partiu aos 98 anos. Se calhar, ainda está vivo e, na verdade, só deixará este mundo cruel em 2046.
Para repor a verdade, trata-se um lapso no título: Desmond Morris nasceu em 1928.
O concelho que era conselho
sexta-feira, 3 de abril de 2026
Mandarim não é só pudim
Por mais estranho que pareça, na China fala-se mandarim, a língua oficial do país. O chinês é outra "coisa". O jornalista não sabe. Oh, 😞 que surpresa!
sábado, 28 de março de 2026
Há... labreguice a rodos
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
A imprensa a cair aos pedaços
segunda-feira, 8 de setembro de 2025
sexta-feira, 5 de setembro de 2025
Google lança IA que ensina a estudar
A Google anunciou esta
quarta-feira, 3 de setembro, um novo conjunto de ferramentas de Inteligência
Artificial (IA) no Gemini, lançadas a pensar no regresso às aulas. O objetivo é
assumido: ajudar os alunos a estudar de forma mais inteligente, promovendo o
pensamento crítico e uma compreensão mais profunda das matérias, em vez destes
se limitarem a obter respostas prontas.
As novas funcionalidades foram,
segundo o gigante da tecnologia, desenvolvidas em estreita colaboração com
educadores, estudantes e especialistas em pedagogia, e têm por base no LearnLM,
uma família de modelos de IA da Google afinados especificamente para a
aprendizagem. Segundo Maureen Heymans, vice-presidente da área de Aprendizagem
da empresa, a iniciativa parte de um princípio fundamental: "Acreditamos
que a tecnologia pode ser uma ferramenta poderosa para a aprendizagem, mas
também sabemos que a verdadeira compreensão vai para além de uma única
resposta", afirmou em conferência de imprensa internacional na qual o DN
participou.
A partir deste dia, no Google
Gemini, os utilizadores encontram a opção Aprendizagem Orientada (Guided
Learning), um novo modo no Gemini que funciona como um "companheiro
pessoal de aprendizagem". A ideia é afastar-se do modelo de
pergunta-resposta típico dos chatbots.
A ferramenta, que funciona em
português de Portugal, está desenhada para analisar problemas passo a passo,
fazer ela própria perguntas abertas, para estimular a discussão, e adaptar as
explicações às necessidades de cada utilizador. "O objetivo é ajudá-lo a
construir uma compreensão profunda, em vez de apenas obter respostas",
segundo Maureen Heymans. A experiência é interativa e multimodal, recorrendo a
imagens, diagramas, vídeos e até questionários para testar o conhecimento.
Para tornar o processo mais rico
e envolvente, o Gemini passa também a integrar automaticamente o que a empresa
chama de Aprendizagem Visual. Jennifer Shen, diretora de Gestão de
Produto da App Gemini, detalha que a plataforma vai "integrar
automaticamente imagens, diagramas e vídeos do YouTube de alta qualidade
diretamente nas respostas" quando os utilizadores perguntam sobre tópicos
complexos, como o processo de fotossíntese ou a constituição de uma célula.
A pensar na preparação para os
testes, foram ainda criadas Ferramentas de Estudo Instantâneas. Com
esta função, os estudantes podem pedir ao Gemini para criar cartões de estudo (flashcards)
e guias de estudo personalizados a partir das suas próprias anotações ou de
outros materiais das aulas.
A aposta da Google surge numa
altura em que a utilização de IA na educação é já uma realidade. Um Jennifer
Shen refere um "inquérito recente a 7.000 adolescentes europeus" que
revelou que mais de dois terços já utilizam ferramentas de IA para aprender
todas as semanas. Para a Google, isto torna "mais importante do que nunca
que as ferramentas de IA sejam desenvolvidas especificamente para a
aprendizagem".
A empresa procurou também
responder a uma necessidade identificada junto dos mais novos. "Os alunos
disseram-nos que desejam passar de respostas rápidas para uma compreensão
profunda, mas nem sempre sabem como. Também valorizam ter um lugar seguro para
fazer qualquer pergunta que possam ter", afirma Maureen Heymans. A
Aprendizagem Orientada foi concebida para criar esse espaço de conversação
"livre de julgamentos", onde cada um pode aprender ao seu ritmo.
A pensar nos professores, foi
ainda criado um link dedicado que pode ser partilhado diretamente no Google
Classroom.
Para Jennifer Shen, este é um
marco na missão da empresa. "Estas ferramentas Gemini são um passo
importante no nosso caminho para ajudar todos no mundo a aprender qualquer
coisa. Reconhecemos também que o caminho a seguir está repleto de imensas possibilidades
e de responsabilidade partilhada para garantir que a IA beneficia realmente
todos os alunos", afirma.
(c) dinheirovivo.dn
















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