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segunda-feira, 30 de março de 2020

For Autocrats, and Others, Coronavirus Is a Chance to Grab Even More Power




For Autocrats, and Others, Coronavirus Is a Chance to Grab Even More Power

Leaders around the world have passed emergency decrees and legislation expanding their reach during the pandemic. Will they ever relinquish them?




Credit...Martin Bernetti/Agence France-Presse — Getty Images






LONDON — In Hungary, the prime minister can now rule by decree. In Britain, ministers have what a critic called “eye-watering” power to detain people and close borders. Israel’s prime minister has shut down courts and begun an intrusive surveillance of citizens. Chile has sent the military to public squares once occupied by protesters. Bolivia has postponed elections.


     Que mundo teremos no pós-corona?

     Que reflexos políticos, económicos e sociais o vírus deixará?

     São questões a que só obteremos resposta daqui a uns largos meses / anos, contudo o New York Times antecipa, desde já, muitas dessas preocupações. O artigo original pode ser lido aqui [nytimes].

sábado, 2 de novembro de 2019

terça-feira, 23 de julho de 2019

PS copia ideias do PS


      Rui Rio poderá dizer muitas palermices, mas talvez por isso mesmo não precisa da ajuda dos mérdia.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

O MALE


     O male... nós sabemos muito bem qual é o male desta merdice toda.

A regência do verbo «estar»


     O senhor Rod Allen é o mentor de uma profunda reforma curricular no Canadá, razão pela qual foi convidado a participar no Encontro Nacional de Autonomia e Flexibilidade Curricular que decorreu na Figueira da Foz.

     Um dos momentos altos da sua intervenção teve lugar quando afirmou que «Já não é importante o que sabemos, mas sim o que fazemos com o que sabemos.».

     A nossa imprensa todos os dias parece querer dar razão a todos os senhores Rodes Allens que pululam por aí. A questão é, porém, mais complexa: o que fará quem nada sabe com esse nada? O jornalista que elaborou aquela coisa sobre o Toninho Griezmann, como não sabe... «fez» em conformidade.

     Não, meu caro, não é «o volte-face que ninguém estava à espera», mas «o volte-face de que ninguém estava à espera».

     Senhor Allen, desejo-lhe uma viagem de regresso ao Canadá.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Um título ilegível


     Decorreram já várias semanas desde que detetei esta notícia e ainda não consegui compreender um título.

     Será que, se enviar uma mensagem de correio eletrónico para a redação do jornal, alguém me esclarecerá?

Superlativo absoluto sintético de "simpático"


     «Simpatiquíssimo» ou «simpaticíssimo»?

     Bom, a primeira forma surgiu por via popular, enquanto a segunda chegou até nós por via erudita, derivada do latim «simpathicu-».

terça-feira, 16 de abril de 2019

Meteorito caiu no Brasil


     Um meteorito caiu no Brasil, mas, felizmente, para o redator da notícia on-line, não causou qualquer dado

     Os tempos estão tão maus que não há sequer o cuidado de rever o que se escreve?

segunda-feira, 25 de março de 2019

Alunos do profissional entrarão na universidade sem realizar exames nacionais


     A fantochada total ou os favorzinhos da praxe às instituições do superior sem matéria prima?

     A notícia pode ser encontrada aqui [notícia].

domingo, 23 de dezembro de 2018

Tanta coisa a vir-se!


     Os jornalistas da nossa praça estão sempre a inovar, seja no campo da sexualidade (partes do corpo humano, além das «tradicionais», proporcionam orgasmos - caras, ombros, olhos enraivecidos), seja no da língua (confundindo a terceira pessoa do plural do presente do indicativo do verbo «ver» com a mesma do verbo «vir[-se]»).

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Inigmático


     O único inigma neste caso é saber como é que a pessoa que redigiu isto chegou a «jornalista».

"Porque" ou "por que"?


     Um conselho ao escriba: consulte este [post].

Abrir: a ignorância galopa


     A «notícia» contém vários erros, mas é mais do que suficiente limitar o reparo à forma como o verbo «abrir» surge conjugado.
     O entrevistado usou a pessoa do plural do modo condicional («abriríamos»), porém o redator da «coisa» decidiu introduzir ali um hífen por razões que nem ele saberá e daí resultou um erro mais do que comum, infelizmente.
     Hifeniza-se por aí o que não deveria sê-lo e não se usa o hífen não situações em que a ortografia o exige. E assim segue o estupro da língua portuguesa: sem dó nem piedade.

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

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