Num movimento rápido, Lemmy distrai Yonnie e aplica-lhe um soco violento no rosto, conseguindo desarmá-lo. No entanto, Yonnie consegue acelerar o carro e foge em direção à casa. Lemmy dispara contra os pneus traseiros, mas Yonnie vira-se e responde com vários tiros, atingindo Lemmy gravemente no ombro. Apesar da dor intensa, Lemmy riposta com quatro disparos e corre atrás do veículo, que avança em ziguezague até embater violentamente contra a parede do vestíbulo da mansão. Lemmy entra de rompante na casa no preciso momento em que Siegella, Connie e os restantes capangas correm para o hall ao ouvirem o estrondo. Yonnie, caído sobre o volante com o pescoço atravessado por uma bala de Lemmy, aponta um dedo trémulo na sua direção e, com o seu último sopro de vida, murmura para o bando que foram atraídos para uma armadilha e que a polícia está a chegar.
Lemmy tenta disparar a sua arma, mas percebe com desespero que esta se encontra totalmente descarregada, sendo rapidamente dominado por cerca de meia dúzia de capangas. Diante de Siegella e de quinze homens armados no átrio de Branders End, Lemmy assume destemidamente a sua identidade de agente federal, mas o vilão apenas se ri e ordena que ele e Miranda Van Zelden sejam levados para o andar superior para serem queimados vivos com gasolina. Enquanto as forças policiais iniciam o cerco à vivenda com holofotes e se envolvem num violento tiroteio com os criminosos que montaram metralhadoras no telhado, Lemmy e Miranda são amarrados à barra de uma cama, aguardando um desfecho que parece trágico.
No meio do caos e do barulho dos disparos, Constance entra no quarto acompanhada por um capanga que espalha gasolina pelo corredor. No entanto, revelando uma aparente fraqueza por Lemmy, Connie propõe libertá-los em troca de uma oportunidade para fugir com ele num carro escondido nos arbustos das redondezas. Ela corta as amarras de ambos, entrega um revólver a Lemmy e promete liquidar Siegella enquanto este queima documentos comprometedores no rés-do-chão. Pouco depois, Connie regressa em pânico e lágrimas, garantindo ter executado o líder do bando. Contudo, a desconfiança de Lemmy revela-se acertada: ao inspecionar a arma fornecida e a pistola de Connie, ele constata que ambas estão completamente descarregadas e que a mulher lhes passou uma rasteira monumental.
Ao alcançarem o exterior da garagem, Connie corre para junto de Siegella, que surge vivo e triunfante atrás de um carro com uma arma apontada a Lemmy, ridicularizando a sua ingenuidade. Quando a morte parece certa, Miranda reage com bravura e atira com força um dos seus sapatos contra o rosto de Siegella. O choque desvia a pontaria do criminoso, cujo disparo atinge Lemmy no ombro pela segunda vez naquela noite. Aproveitando o momento em que a arma de Siegella encrava na segunda tentativa, Lemmy investe contra ele com uma cabeçada e ambos envolvem-se numa luta brutal, rolando agarrados até ao fundo de um pequeno talude. Mesmo debilitado pelo ferimento e pela dor intensa, o agente simula fraqueza para que o rival baixe a guarda e aplica-lhe uma chave de pernas e uma eficaz gravata japonesa de judô.
Enquanto imobiliza o vilão com a cara na lama, Lemmy recorda-lhe a lista de crimes hediondos que cometeu e, declarando-se o único juiz, júri e executor ali presente, parte-lhe a coluna vertebral com um movimento implacável. Connie consegue escapar na escuridão, mas ele sabe que ela não irá longe com o cerco policial. Exausto e ferido, Lemmy senta-se encostado a uma árvore a ouvir o fim do tiroteio. Ao ver Miranda afastar-se com o seu caminhar elegante para lhe trazer um frasco de aguardente de Schiedraut, Lemmy contempla a jovem e decide que, assim que todo este caso estiver arrumado, se dedicará a conquistá-la a sério, terminando a sua perigosa missão com um tom de esperança no futuro.