Português: 12.º Ano
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segunda-feira, 30 de março de 2026

Análise do poema "Quando era criança", de Fernando Pessoa

    O poema é constituído por três quadras de redondilha menor (versos de cinco sílabas) e rima interpolada e emparelhada, segundo o esquema abba.

    Na primeira estrofe, o sujeito poético declara que, enquanto foi criança, viveu sem ter consciência dos sentimentos (“Quando era criança / Vivi, sem saber” – vv. 1-2), pois não era dominado pela consciência, pela racionalidade, pelo pensamento. Porém, agora que é consciente (“Só para hoje” – v. 3), no presente, enquanto adulto, lembra aquilo que foi no passado (“Aquela lembrança” – v. 4). A antítese entre esses dois tempos – passado e presente – é marcada pelos tempos verbais (pretérito imperfeito – “era” – e perfeito – “Vivi” – versus presente) e pelo advérbio de tempo “hoje”.

    A antítese prolonga-se na segunda quadra. Assim, afirma que, no presente (“hoje” – v. 5) reflete, tem consciência de que era feliz no passado, o que contrasta com a infelicidade que o caracteriza atualmente (“É hoje que sinto / Aquilo que fui.” – vv. 5-6). Nos versos 7 e 8, estabelece que “mente”, isto é, que finge, intelectualiza todos os seus...

Análise aqui: »»».

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Fases poéticas e temas da poesia de Álvaro de Campos

Álvaro de Campos

Álvaro de Campos

 
O PowerPoint pode ser descarregado aqui: »»».

domingo, 4 de janeiro de 2026

Jornal Acção

    Acção foi um jornal fundado em 1919, tendo o seu primeiro número conhecido a luz do dia a 1 de maio. O periódico era o órgão do Núcleo de Ação Nacional e o seu diretor era Geraldo Coelho de Jesus, sendo Carlos de Noronha o editor e Fernando Pessoa o principal (e talvez único) redator.

    No pensamento dos seus criadores, o jornal seria um quinzenário, porém apenas os dois primeiros números respeitaram o plano inicial, visto que o terceiro foi publicado unicamente em agosto e o quarto (e último) em 27 de fevereiro  de 1920.

    Lendo a correspondência trocada entre Fernando Pessoa e Geraldo de Jesus, ficamos a conhecer o entusiasmo do poeta de "Autopsicografia" com o projeto, bem como as dificuldades de vária índole (financeiras, logísticas, etc.) que tiveram de enfrentar e que, em última análise, ditaram o seu fim. O maior dos problemas enfrentados foi o facto de Pessoa ser aquele que fazia praticamente todo o trabalho: escrevia os «artigos mais substanciais» e cuidava das questões referentes à tipografia e à distribuição. Por exemplo, numa missiva enviada, a 12 de agosto de 1919, a Geraldo, que se encontrava em Porto de Mós, o poeta detalha em pormenor como tenciona proceder à expedição do jornal para as províncias e aproveita para se lamentar nos termos seguintes: "E isto tenho eu de fazer tudo sozinho, e com cartas sobre cartas que fazer aqui no escritório do Ávila, e com assuntos meus que tratar, e todos estes dias estar no Diário de Notícias [em cuja tipografia a Acção era impressa] às 8 da manhã, etc., etc.!".

    Geraldo de Jesus explica, no último número, os motivos do encerramento do jornal, afirmando "ser impossível (dados outros afazeres) dedicar-lhe aquela soma de atividade que a sua boa redação exige", aludindo também a "um certo desalento, proveniente, pelo que toca à nossa campanha a favor do fomento nacional, da noção de inutilidade [...] de uma campanha dessas se fazer sem se apoiar numa corrente política; e, sendo assim, pela noção da perfeita desunião das forças conservadoras, que representam a única corrente política em quem pensa como nós, patriótica e praticamente, se podia filiar.» O diretor refere-se claramente ao sidonismo assumido do jornal (sidonismo foi uma corrente construída em torno do presidente Sidónio Pais, assassinado em 14 de dezembro de 1918) e à sua tentativa de dar voz à política que o seu mentor não pudera concretizar. O n.º 3 confirma isto, ao inserir uma fotografia do «Grande Morto», a toda a extensão da 1.ª página, provocando (para gáudio de Fernando Pessoa) tumultos nas ruas de Lisboa, tendo sido queimados vários exemplares do jornal, e manifestações de fúria por parte dos setores democráticos. Poeta confessa, numa carta a Geraldo, datada de 10 de agosto de 1919, o seguinte: "Os democráticos que eu conheço estão indignadíssimos comigo. Um, que foi secretário do Leonardo Coimbra, manifestou-se muito desgostoso [...] por lhe constar que eu não só «era da Acção», mas andava mesmo a fazer as vezes do diretor".

    Os dois primeiros números não escondiam a sua vertente ideológica, incluindo um editorial (o n.º 1), no qual é afirmada a intenção, nacional e não-partidária, de atuar «no sentido de estabelecer uma resistências social que, pelo menos, atue e corrija os erros e excessos dos partidos»; no do n.º 2 considera-se absurdo «pretender que o povo governe» e apela-se à criação de uma «elite competente, capaz de governar, de administrar, de nos repor na civilização».

    Mais importante do que a questão ideológica é o empenhamento dos promotores do jornal em promover a ideia de um verdadeiro desenvolvimento económico e social do país. Assim, o primeiro número contém dois artigos muito revelantes, intitulados "Bases para Um Plano Industrial», de Geraldo de Jesus, e "Como Organizar Portugal", de Fernando Pessoa". No primeiro deles, propõem-se medidas como, por exemplo, a educação profissional, o crédito às empresas, a exploração mineira e o aproveitamento hidroelétrico. Pessoa usa a Alemanha como exemplo e propõe, no seu texto acima referido, adotar medidas que conduzam à transformação mental do povo português, no sentido de levar ao fim da estagnação e do atraso, através do reforço da coesão social e do patriotismo, e à transformação profissional, por meio da industrialização da nação e da educação da «inteligência e da vontade».

    No n.º 2, Fernando Pessoa publica um longo artigo de fundo, intitulado "A Opinião Pública", que prossegue nos dois números seguintes, no qual procura demonstrar que a democracia da época era inimiga da opinião pública, por causa do seu caráter antissocial, antinacional e antipatriótico.

    Em 10 de agosto de 1919, Pessoa informou Geraldo de Jesus de que estava a planear um quarto número «sensacional e forte», no entanto a sua publicação seria adiada até fevereiro de 1920, acabando mesmo por não sair do prelo. O poema "À Memória do Presidente-Rei Sidónio Pais" seria o aspeto «sensacional» de que o poeta falara a Geraldo, constituindo a melhor síntese do seu pensamento acerca do sidonismo, visto como gerador de esperança e indicador de um rumo para Portugal.

    Bibl.: Adaptado de Manuela Parreira da Silva

sábado, 3 de janeiro de 2026

Análise do poema "À memória do presidente-rei Sidónio Pais", de Fernando Pessoa

    Este poema, de acordo com a intenção do próprio Fernando Pessoa, abriria os Poemas Portugueses, uma obra constituída por «poemas Maiores» que não fossem de «índole refletiva ou elegíaca». Dela fariam parte, entre outros, os poemas “O Manipanso”, “Agamémnon”, “Mar Português” e “Ode ao Encoberto”.

    No entanto, tendo em conta a situação de instabilidade e insegurança que Portugal vivia na época, Fernando Pessoa considerou, provavelmente, que seria mais importante e urgente criar e dar a conhecer um poema que, nesse contexto, relembrar uma figura que, para muitos, ainda representava a imagem de um salvador. Assim sendo, a 27 de dezembro de 1920, o poeta publicou a composição no n.º 4 do jornal Acção, exaltando e divinizando o presidente assassinado a 14 de dezembro de 1918.

    Como o governo daquele que Pessoa adjetiva como «soldado-rei» foi curto (durou de 5 de dezembro de 1917 a 14 de dezembro do ano seguinte, data do seu assassínio), na opinião do poeta, a esperança que a nação depositara nesse... (continuação da análise aqui: »»»).

domingo, 23 de novembro de 2025

Resolução do questionário sobre o poema "Um piano na minha rua", de Fernando Pessoa

     Se queres ter acesso à resolução, explicada pormenorizadamente, do questionário do poema "Um piano na minha rua", da autoria de Fernando Pessoa, clica no link: questionário-resolução.

quarta-feira, 30 de julho de 2025

Análise do poema "Isto"


▪ Este poema é uma espécie de esclarecimento em relação à questão do fingimento poético enunciada em “Autopsicografia”: não há mentira no ato de criação poética; o fingimento poético resulta da intelectualização do “sentir”, da racionalização.
 
▪ De facto, o poema tem todo o aspeto de ser uma resposta a possíveis reações à teoria da criação poética expressa em “Autopsicografia”. Esta ideia é confirmada pelos dois versos iniciais do poema: “Dizem que finjo ou minto / Tudo que escrevo.”. O sujeito nulo indeterminado (“Dizem”) sugere que houve reações (erradas e negativas) à sua teoria da criação poética expandida naquele poema, às quais o «eu» responde com um claro e incisivo “Não”.
 
▪ De seguida, apresenta o motivo por que “fingir” não significa “mentir”.
 
 
l Título
 
▪ O título procura traduzir a ideia de que o poema constitui uma resposta, um esclarecimento a uma dúvida surgida: é “Isto” que se pretende dizer. Note-se, por outro lado, que o poema parece constituir uma realidade exterior e motivasse o distanciamento necessário para o exercício da razão.
 
 
l Assunto: tal como Autopsicografia, este poema funciona como uma espécie de arte poética, na qual o poeta expõe o seu conceito de poesia como intelectualização da emoção.
 
 
l Tema: o fingimento poético.


l Estrutura interna
 


1.ª parte (1.ª estrofe)
 
▪ Aparentemente, alguém indeterminado (“Dizem”) terá acusado o poeta de mentir: “Dizem que finjo ou minto / Tudo que escrevo.”. De facto, o poema parece constituir uma resposta a supostas críticas provenientes de possíveis interpretações de “Autopsicografia”.
 
▪ No entanto, ele refuta essa acusação, afirmando que o ato de criação poética se caracteriza pela sinceridade e espontaneidade (“simplesmente”), pois sente “com a imaginação”. Quando escreve poesia, o poeta não mente; pelo contrário, é sincero: ele usa a imaginação, a razão, intelectualiza as emoções e os sentimentos e regista-os no poema através de um ato racional. Imaginar em poesia não significa mentir, faltar à verdade. Fingir é sentir com a imaginação, enquanto mentir é sentir apenas, usar unicamente o coração, os sentimentos e emoções. Na perspetiva dos outros, há o fingimento como mentira, que se opõe ao fingimento como resultado da articulação entre a imaginação e a emoção (esta é a perspetiva do sujeito poético) – fingir não é mentir.
 
▪ As emoções são a matéria-prima, a matéria poética que, só depois de pensadas/imaginadas, se materializam em poesia, fruto de um trabalho intelectual. Isto significa que estão aqui em confronto duas conceções opostas no que diz respeito ao ato de escrever poesia: uma defende que o poeta se confessa quando escreve; a outra defende que a poesia é um produto da imaginação e da inteligência.
 
▪ Por outro lado, reforça a ideia de que a criação poética implica apenas a emoção intelectualizada, a que foi filtrada pela inteligência, ou seja, as emoções/sensações são somente matéria poética “em bruto”, que devem ser, em primeiro lugar, ficcionadas/imaginadas e só posteriormente materializadas no poema.
 
▪ Quando afirma que sente com a imaginação, está a associar duas faculdades humanas de naturezas diferentes. As emoções que exprime no poema são o produto de um ato racional: o de imaginar. É este o sentido da antítese presente nos versos 3 a 5: “Eu simplesmente sinto / Com a imaginação. / Não uso o coração”.
 
▪ Assim sendo, o papel do coração e da imaginação no ato de criação poética é muito claro: o coração é o ponto de partida para a imaginação, ou seja, o poeta parte do que sente, mas recria o sentimento através da razão, afastando-se, desta forma, do que inicialmente sentiu.
 
 
2.ª parte (2.ª estrofe)
 
▪ O sujeito poético clarifica, neste passo do poema, a natureza do ofício do poeta. Assim, este vive num mundo (“falha ou finda”) que o deixa insatisfeito, mas tem consciência de que existe outro mundo, outra realidade melhor (“linda”): é o mundo da poesia, de contornos idealistas.
 
▪ A segunda estrofe assenta numa comparação, através da qual o sujeito poético afirma que as emoções, sejam elas negativas – de frustração ou insucesso (“o que falha ou finda) –, sejam positivas – os sonhos, as vivências, os anseios, os insucessos –, ou seja, a realidade que vive e experiencia, constituem um terraço, situado “Sobre outra cousa ainda”, mais bela, algo que considera perfeito e que o fascina, que é a realidade imaginada, isto é, a poesia, o produto da intelectualização dessas emoções (arte e a sua dimensão estética). O terraço é a divisão que separa o plano da realidade (o mundo sensível) e o plano da imaginação (mundo intelectual), é o patamar que encobre a beleza real (existente no mundo intelectual).
 
▪ O terraço, no fundo, é uma divisória entre o mundo físico e o mundo da realidade perfeita que é a poesia. A comparação sugere que as emoções são idênticas a um terraço, que se situa sobre uma “outra cousa” mais linda, ou seja, a escrita poética. Esta realidade racionalizada – a intelectualização do sentimento – encerra a beleza do ato de criação poética.
 
 
3.ª parte (3.ª estrofe)
 
▪ O poeta escreve distanciado das emoções (“escrevo em meio / Do que não está ao pé” – vv. 11-12), livre da dimensão sensível para encontrar a emoção estética. O poeta trabalha, através da razão, as emoções expressas no poema e cabe ao leitor senti-las. Escrever poesia é “imaginar”; sentir é tarefa que cabe ao leitor.
 
▪ A criação poética só se concretiza através do distanciamento da realidade emocional, do “coração”, do “terraço” e do mundo material, e da libertação de todas as perturbações emocionais (“Livre do meu enleio”), através do fingimento (“Sério do que não é”).
 
▪ O poeta situa-se entre (“em meio”) dois mundos – o da realidade física e o da poesia – e deve libertar-se do que o rodeia para compor o poema. Desta forma, pode ascender ao mundo das formas puras e belas, ou seja, ao mundo da poesia (versos 11 e 12). Ele sente essa necessidade de se afastar do que “está ao pé”, visto que, sendo a escrita um ato artístico e solitário até, exige o recurso à imaginação, sendo necessário afastar-se do que “está ao pé”, ou seja, das sensações imediatas, dos sentimentos, pois estes enleiam, enganam.
 
▪ De facto, para escrever poesia, o poeta deve afastar-se das aparências, das imperfeições (“enleio”) da sua realidade e saber que este não é o mundo da poesia, que é perfeito.
 
▪ No verso final do poema (onde estão presentes a interrogação, a ironia e a exclamação), o sujeito poético reforça a sua teoria: o distanciamento do poeta relativamente ao coração, às emoções, no ato de criação, pela intelectualização das sensações, introduzindo um novo interveniente – o leitor –, a quem está reservado o papel de sentir as emoções suscitadas pela leitura do poema.
 
▪ Este verso, de certa forma, atribui um estatuto de inferioridade à figura do leitor, comparativamente ao poeta. Por isso, ironicamente, afirma que o leitor se limita a sentir, como se fosse incapaz de usar a razão. Este sentirá qualquer coisa de completamente diferente do que o poeta sentiu. O poeta recusa a função central do sentimento e da emoção no trabalho de criação poética. Por outro lado, valorizam-se o efeito provocado no leitor e a importância da interpretação do ato de leitura. Em suma, o poeta não sente, deixa isso para os que leem, para quem não é poeta.
 
▪ Em suma, nas palavras de Carlos Reis, “o poeta denuncia [no poema] um erro: fingir ou mentir parecem designações sinónimas e capazes de designar o ato de escrever poesia, mas não é assim. Trata-se de recusar a emoção (“não uso o coração”) e de optar pela imaginação: é desta e do fingimento que provêm a poesia e os heterónimos. A “outra coisa” (aquilo de que a poesia fala) está distante do autor real e resulta da construção fingida e comandada pela imaginação e não pelo sentimento; este, quando muito, é próprio do leitor e da leitura que ele leva a cabo, mas não interessa ao poeta, a não ser como fingimento.” (in Leituras Orientadas – Fernando Pessoa).
 
 
l Papel do leitor e do poeta na poesia
 
Ao poeta cabe criar, de forma racional e artística, as emoções que expressará no poema, enquanto ao leitor cabe sentir as emoções e vivê-las.
 
 
l Pessoa verbal
 
▪ Em “Autopsicografia”, é usada a 3.ª pessoa, dado que a teoria da criação poética expendida tem um valor universal, pois aplica-se a todo e qualquer verdadeiro poeta.
 
▪ Em “Isto”, é usada a 1.ª pessoa, visto que o «eu» poético se apresenta como um exemplo de poeta, num tom confessional e intimista.
 
 
l Estrutura formal
 
▪ Estrofes: 3 quintilhas
 
▪ Métrica: versos hexassilábicos (Di | zem | que | fin | jo ou | min|)
 
▪ Rima:
- esquema rimático: ababb
- rima cruzada e emparelhada
 

quarta-feira, 23 de julho de 2025

Campo lexical e campo semântico 1

Discurso político: "Apelo à Paz"

Exposição: "O grande rei escondido"

Artigo de divulgação científica: "O poder da linguagem"

Arcaísmos e neologismos 1 - Correção

1.

a) arcaísmo

b) arcaísmo

c) neologismo

d) arcaísmo

 

2.

a) embarcação

b) fortemente

d) rejuvenescida

 

3. Este fruto, introduzido na Europa neste tempo dos Descobrimentos, era novidade para os portugueses; logo «coco» seria uma palavra nova na língua para designar o fruto.


4. «estrumpfado» (amálgama – estrumpf + apaixonado); «estrumpforto» (amálgama – estrumpf + morto).


. Ficha: arcaísmos-e-neologismos.

 

Arcaísmos e neologismos 1



Relato de viagem: "Em Macau..." - Correção

1.1. (B)

 

1.2. (C)

 

1.3. (B)

 

1.4. (D)

 

1.5. (C)

 

1.6. (C)

 

1.7. (A)

 

2. Exemplos de marcas do relato de viagem

1.º) Variedade de temas: viagem a Macau – descrição do que vê; comentários e outras reflexões suscitadas pelo ambiente (“A paisagem era enorme; de um lado, estava Macau, do outro, estava a Taipa.” – ll. 1-2; “Ali, à altura aproximada de 338 metros, eu sabia com muita clareza que essa dita ponte velha, por exemplo, se chama Ponte Governador Nobre de Carvalho e que foi construída entre 1970 e 1974.” – ll. 10-13; “Isto, claro, além de ser um dos lugares onde se sente com muita nitidez a presença dos portugueses...” – ll. 32-34).

2.º) Discurso pessoal: prevalência da 1.ª pessoa – narrador autodiegético (“As pontes eram atravessadas por pequenos carros, alguns táxis parecidos com aqueles onde eu próprio tinha seguido, a escutar rádio em cantonês.” – ll. 6-9).

3.º) Dimensões narrativa – predomínio de nomes (“No lado oposto ao Senado, com as ondas da calçada a chegarem aos degraus da sua entrada, está a Igreja de São Domingos.” – ll. 40-42) – e descritiva – predomínio de adjetivos (“arcadas cheias de vida, atravessadas por gente que entra e sai de pequenas lojas; através da calçada portuguesas, com um padrão de ondas, calcário negro sobre calcário branco” – ll. 36-39).

 

. Ficha: relato-de-viagem-em-macau.

Processos fonológicos * Palavras divergentes e convergentes - Correção dos exercícios

 


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