domingo, 10 de junho de 2012

Atos de fala

1. Ato de fala

    Chama-se ato de fala à produção de um enunciado, linguisticamente funcional, num determinado contexto de interação comunicativa, para realizar uma ação: avisar, informar, prometer, pedir, ordenar, etc. Comunicar não é apenas uma forma de solicitar compreensão para o que o emissor diz, mas é também uma forma de este influenciar o recetor.
     Um ato de fala é, assim, em simultâneo, fala (ato locutório) e ação (ato ilocutório).


2. Ato de fala direto e indireto

   
 O locutor realiza um ato de fala direto quando aquilo que diz corresponde literalmente àquilo que pretende dizer:
          - Dá-me o jornal.
     No caso do ato de fala indireto, o locutor transmite no seu enunciado mais do que aquilo que realmente diz em sentido literal:
          - Importas-te de me dar o jornal?
     Neste segundo exemplo, o locutor, por delicadeza ou cortesia, usa uma frase interrogativa que, neste contexto, deve ser entendida como uma ordem pelo recetor. O locutor, quando profere a frase, não pretende obter uma resposta do tipo sim, importo ou não, não importo. Deste modo, ele quis foi dar a ordem expressa no primeiro exemplo.
     Outros exemplos de atos de fala indiretos:
          - Pode dizer-me as horas?
          - Vamos começar a atividade?
          - Sabe a que horas joga a seleção nacxional?
          - Em casa falaremos! (é um ato de fala indireto, dado que o locutor faz
             uma ameaça.)
          - Não acham que a sala está muito abafada?


3. Ato locutório

     Sempre que alguém fala, realiza em simultâneo três ações: um ato locutório, um ato ilocutório e um ato perlocutório.

     O ato locutório consiste na produção de um enunciado de acordo com as regras gramaticais da língua, transmitindo um conteúdo proposicional, isto é, consiste na enunciação de palavras ou frases que veiculam uma determinada mensagem.


4. Ato ilocutório

     
O ato ilocutório é a ação que o locutor realiza quando profere um enunciado. Dito de outra forma, é o ato locutório produzido num determinado contexto comunicativo, com determinadas intenções e sob certas condições.


5. Ato perlocutório

     O ato perlocutório é a consequência, o resultado ou o efeito provocado no interlocutor por um determinado ato ilocutório (exs.: surpreender, intimidar, convencer, seduzir, assustar, etc.).


     Observe-se a frase seguinte:

          * Vamos começar a aula? - pergunta o professor.
  • Esta frase é um ato locutório, visto que ela obedece às regras gramaticais da língua portuguesa e é contextualmente correta.
  • É também um ato ilocutório, na medida em que, indiretamente, o professor realiza uma ação, a de mandar calar os alunos.
  • O ato ilocutório levará a uma determinada ação por parte do(s) interlocutor(es): os alunos calam-se. Esta ação constitui o ato perlocutório.

H. I. 3. Pragmática

1. Enunciador, enunciação, enunciado.

2. Informação pragmática / enciclopédia.

3. Deixis / Deíticos.

4. Dialogismo.

5. Atos de fala.

          5.1. Tipologia dos atos ilocutórios.

Questionário SERMÃO - Cap. I

1. A frase «Vos estis sal terrae» («Vós sois o sal da terra»), transcrita da Bíblia, mais concretamente do Evangelho de S. Mateus, capítulo V, versículo 13, constitui o chamado conceito predicável, a partir do qual se desenvolverá o Sermão.

1.1. Observe a frase «Vós sois o sal da terra».

1.1.1.       Identifique os referentes do pronome pessoal «vós».
O pronome pessoal “vós” refere-se aos pregadores.

1.1.2. Refira a subclasse a que pertence o verbo usado.
               O verbo usado, “sois”, pertence à subclasse dos copulativos.

1.1.3. Identifique a função sintática desempenhada pelo constituinte «o sal da terra».
               “O sal da terra” desempenha a função sintática de complemento direto.

1.1.4. Indique por palavras suas a relação de sentido entre o constituinte com a função de sujeito e o constituinte referido em 1.1.3.
               O constituinte com a função de sujeito é Jesus Cristo e os constituintes referidos em 1.1.3. são os pregadores. Cristo chama aos pregadores, sal da terra, pois estes foram “enviados” para combater a corrupção tal como o sal e para pregarem a Sua palavra.

1.1.5. Identifique o que representa o «sal».
            O “sal” representa a palavra de Cristo.

1.1.6. Indique, agora, o que representa o elemento «terra».
               O elemento “terra” representa o local onde os pregadores proclamam a mensagem de Cristo, isto é, o planeta Terra.

1.1.7 Sabendo que «predicar» significa atribuir propriedades a entidades ou situações ou estabelecer relações entre entidades ou situações, explique em que medida a frase de 1.1. representa um conceito predicável.
                                A frase 1.1 representa um conceito predicável, pois esta pode significar que o sal da                 terra é matéria orgânica capaz de revitalizar a terra e torna-la apta para cultivo.

1.2. Por que motivo é atribuída por Cristo a propriedade «sal da terra» aos referentes do pronome pessoal «vós».
                A propriedade “sal da terra” é atribuída aos referentes do pronome pessoal “ vós” pois, são os pregadores que vão espalhar a palavra de Cristo.

1.3. Relacione a função do sal com a função das entidades referidas por «vós».
                As entidades referidas por “vós” relacionam-se com a função do sal, pois como este, pretendem impedir a corrupção e eliminar as coisas negativas que existem na Terra.

1.4. Como avalia o padre António Vieira o sucesso dessas entidades no desempenho da sua função?
                O padre António Vieira avalia o sucesso dessas entidades no desempenho da sua função como duvidosa. Isto está demonstrado no seguinte excerto : “ … e os pregadores não pregam a verdadeira doutrina;”

1.5. Enuncie o problema levantado pelo padre Vieira.
                O problema levantado pelo padre Vieira é a causa da corrupção.

1.5.1. Identifique e classifique o vocábulo que introduz esse problema.
                                    O vocábulo é desta, que é a aglutinação da preposição simples de com o determinante demonstrativo esta.

1.6. Refira as duas hipóteses gerais apresentadas como causas possíveis do problema.
                As duas hipóteses gerais apresentadas como causas possíveis do problema são as seguintes: ou porque o sal não salga, ou porque a terra não se deixa salgar.

1.6.1. Identifique os elementos linguísticos que as introduzem como causa do problema e as apresentam como duas alternativas.
                Os elementos linguísticos que as introduzem são “ou” e “;”.

1.7. Enumere os motivos que poderão ter conduzido à primeira causa e os que poderão ter conduzido à segunda.
                Os motivos que poderão ter conduzido à primeira causa são os seguintes: os pregadores não pregarem a verdadeira doutrina, os pregadores dizerem uma coisa e fazerem outra e os pregadores se pregam a si e não a cristo. Os motivos que poderão ter conduzido à segunda causa são os seguintes: os ouvintes, sendo verdadeira a doutrina que lhe dão, a não quererem receber, quererem antes imitar o que eles fazem, que fazer o que dizem e estes em vez de servirem a Cristo, servirem os seus apetites.

2. O segundo parágrafo inicia-se com uma premissa e, com base nela, o padre António Vieira coloca uma pergunta.

2.1. Enuncie a premissa.
                                A premissa é a seguinte :  «Não é tudo isto verdade? Ainda mal»
  
2.2. Parafraseie a pergunta.
                A pergunta é acerca de todas as suposições que o padre António Vieira enunciou para responder ao problema levantado por este.

2.3. Identifique a parte do problema para o qual é proposta, neste parágrafo, uma solução e refira a solução proposta, bem como a finalidade da adoção de tal proposta.
                Neste parágrafo é proposta uma solução para “o que se há- de fazer ao sal que não salga”. A solução proposta é deitar o sal fora como inútil, para que seja pisado por todos. A finalidade da adoção de tal proposta é eliminar os pregadores que não pregam uma doutrina verdadeira.

2.3.1. O problema e a finalidade da solução proposta estão representados por duas orações subordinadas adverbiais que ocorrem na mesma frase. Classifique-as.
Orações subordinadas adverbiais consecutivas e finais.

2.3.2. Qual é o tipo de argumento usado para sustentar essa proposta? Justifique a sua resposta.
                                             É um argumento de causa e consequência, pois a consequência ocorreu devido a Cristo não ensinar corretamente a palavra aos pregadores.

3. Para fundamentar o que se há de fazer à terra que se não deixa salgar (isto é, aos ouvintes que não querem seguir os ensinamentos da verdadeira doutrina), o padre António Vieira recorre ao exemplo de Santo António.

3.1. Indique a razão por que o padre Vieira convoca a figura de Santo António.
                Padre António Vieira convoca a figura de Santo António, pois este arranjou uma solução/ resolução para o problema, mudou o púlpito e o auditório.

3.2. Relate o episódio ocorrido com o santo e que justifica o título deste sermão.
                O episódio ocorrido com a santo e que justifica o título deste sermão é o seguinte: Santo António estava em Itália a pregar contra os hereges, porém estes não o ouviam e quase lhe tiraram a vida. Perante estes acontecimentos e sem mais nada que fazer, Santo António tomou a resolução de mudar de púlpito e de auditório e começar a pragar para os peixes, peixes estes que começaram a colocar as suas cabeças à tona da água e a ouvir o santo.

3.3. Em determinado passo do capítulo, o autor do texto recorre a diversas interrogações. Aponte a intencionalidade do pregador ao colocar essas questões.
            Ao colocar essas questões, o autor pretendeu analisar as soluções que o padre António tinha perante as circunstâncias e ao mesmo tempo mostrar que ele não seguiu nenhum caminho esperado ou óbvio.
  
3.4. Aponte a decisão tomada pelo padre Vieira.
          A decisão tomada pelo padre Vieira foi de ir até ás praias e aos mares pregar.

3.4.1. Refira três argumentos apresentados pelo pregador que justificam essa atitude.
                                         Os três argumentos apresentados pelo pregador são o facto de Santo António ter os pés descalços e não poder protestar, o facto da sua glória divina.

3.5. O primeiro capítulo termina com uma invocação e com a expressão de um desejo.
3.5.1. Indique o destinatário da invocação e a sua intencionalidade.
                                               O destinatário da invocação é Maria “ Senhora do mar” e a sua intencionalidade é de pelo menos uma pessoa ouvir o sermão.

Questionário SERMÃO - Cap. I

1.
1.1
1.1.1      Os referentes do pronome pessoal “vós”, são os pregadores

1.1.2      O verbo pertence á subclasse dos verbos copulativos.

1.1.3      Atendendo á resposta na pergunta anterior e à observação da frase e às exigências do verbo, a função sintática desempenhada pela expressão apresentada é a de predicativo do sujeito.

1.1.4      A função referida na pergunta 1.1.3, acompanhada pelo verbo, classifica o sujeito, ou seja atribui-lhe características, fazendo a primeira função referida parte do predicado para poder classificar então a função de sujeito.

1.1.5      O sal representa os pregadores e a purificação da “terra” através do ensinamento da doutrina de Jesus Cristo.

1.1.6      A “terra” representa a humanidade corrupta que necessita de ser purificada pelo sal, para que a corrupção não se espalhe mais pela mesma.

1.1.7      Analisando a frase exposta em 1.1, e olhando para os constituintes sintáticos da frase, e visto o verbo requerer um predicativo do sujeito, podemos classificar a expressão como predicável, visto possuir um elemento que apresenta características de um previamente apresentado, além do que esta frase tem outras características metafóricas encerradas no predicativo do sujeito acima referido com as quais predica o sujeito.

1.2          Cristo atribui a propriedade de “sal da terra” aos pregadores pois quer que estes ajam para com a humanidade como o sal age na terra.

1.3          A função do sal na terra, é a de purificar, desinfetar, e a dos pregadores terá de ser a mesma para com os maus costumes da humanidade e os maus valores incutidos nesta última.

1.4          O padre António Vieira não classifica o sucesso destas entidades como grande, mas sim como pequeno, visto haver muita mediocridade de valores e corrupção na terra.

1.5          O problema enunciado pelo padre Vieira é o seguinte : Havendo tanto “sal” na terra , porque continua a “terra” impura?”

                               1.5.1      O vocábulo que introduz esse problema é a palavra “qual” e pertence á classe dos pronomes

                1.6          As duas hipóteses são as seguintes: Ou o “sal” não estava a cumprir a sua função, ou a “terra” não se deixava salgar.

1.6.1      Os elementos que introduzem as hipóteses são os vocábulos “ou” e são articuladores, mais especificamente, conjunções coordenadas disjuntivas.

1.7          Os motivos que podem ter levado á primeira causa são fatores como: os pregadores não pregarem a verdadeira doutrina, os pregadores fazerem o contrário do que dizem, ou então os pregadores se pregarem a si e não a Deus. Os motivos que podem ter levado á segunda são os seguintes: Ou os ouvintes não desejam receber a verdadeira doutrina, ou os ouvintes imitam os maus pregadores ou ainda então os ouvintes em vez de servirem a cristo servem os seus apetites.

2
2.1          A premissa é a seguinte: “Suposto pois, que, ou o sal não salgue ou a terra se não deixe salgar: que se há-de fazer a este sal, e que se há-de fazer a esta terra? O que se há de fazer ao sal que não salga?”

2.2  A pergunta colocada pelo padre Vieira pretende buscar uma resposta simples para a mudança do comportamento dos elementos referidos. No fundo ele pergunta: O que poderemos fazer para mudar estes hábitos de maus pregadores e de maus ouvintes?

2.3          Neste propõe-se uma solução para a mudança dos pregadores, sendo esta o desprezo e os castigos, atribuindo respeito e reverencia aos que fazem um bom trabalho, visando com estas medidas mudar o comportamento dos maus pregadores .

2.3.1      A primeira é uma oração subordinada adverbial condicional, e a segunda é uma oração subordinada adverbial final

2.3.2      O tipo de argumento utilizado é um argumento de autoridade, visto que o padre António Viera se baseia nos enunciados de Cristo segundo as escrituras de Mateus para anunciar a solução, não havendo maior autoridade na doutrina cristã que o próprio Jesus Cristo.

3
3.1          O padre António Vieira convoca a figura de Santo António por este ter tomado das mais brilhantes resoluções quanto ao segundo problema apresentado e por ter sido extremamente valoroso como pregador.

3.2          O episódio que ocorreu com o Santo relatado pelo Padre Vieira, foi o seu sermão aos peixes na cidade de Armino, visto os homens recusarem-se a ouvi-lo.

3.3          Ao colocar estas questões, o Padre António Vieira pretende que o leitor/ouvinte busque uma resposta ao dilema apresentado, apresentando seguidamente uma resposta dissuadindo as duvidas.

3.4          Padre António Vieira decide não pregar sobre Santo António, mas sim imitá-lo na pregação.

3.4.1      Para suportar a sua decisão argumenta, que se a igreja quiser que se pregue sobre Santo António no evangelho que fornece-se então outro, pois “Vos estis sal terra” era muito bom texto para outros Santos , mas para Santo António era curto. Argumenta também que os outros egrégios doutores foram sal da terra, enquanto que Santo António foi sal da terra e do mar. Por fim argumenta que não há Santo com uma fortuna em termos valorativos deixada na terra como Santo António.

3.5
                                 3.5.1      O destinatário dessa invocação é “domina maris” Maria, senhora dos mares e mãe de Cristo, e invoca-a com a intenção de que ela lhe não falte com a regular inspiração que tem nos seus sermões.

Questionário SERMÃO - Cap. I

1. A frase «Vos estis sal terrae» («Vós sois o sal da terra»), transcrita da Bíblia, mais concretamente do Evangelho de S. Mateus, capítulo V, versículo 13, constitui o chamado conceito predicável, a partir do qual se desenvolverá o Sermão.

1.1. Observe a frase «Vós sois o sal da terra».

1.1.1.     Identifique os referentes do pronome pessoal «vós».
O pronome pessoal vós refere-se aos pregadores.

1.1.2. Refira a subclasse a que pertence o verbo usado.
            O verbo usado sois pertence à subclasse dos verbos copulativos.

1.1.3. Identifique a função sintática desempenhada pelo constituinte «o sal da terra».
            O sal da terra, desempenha a função de complemento direto.

1.1.4. Indique por palavras suas a relação de sentido entre o constituinte com a função de sujeito e o constituinte referido em 1.1.3.
                        Existe uma relação de emissão receção, porque Cristo manda os pregadores pragarem a sua palavra.

1.1.5. Identifique o que representa o «sal».
           O “sal”, representa a palavra de Cristo.

1.1.6. Indique, agora, o que representa o elemento «terra».
           O elemento “terra” representa a Terra onde vivemos.

1.1.7. Sabendo que «predicar» significa atribuir propriedades a entidades ou situações ou estabelecer relações entre entidades ou situações, explique em que medida a frase de 1.1. representa um conceito predicável.
                        Representa um conceito predicável, pois esta pode significar que o sal da terra é algo que se encontra nos solos para os tornar férteis.   

1.2. Por que motivo é atribuída por Cristo a propriedade «sal da terra» aos referentes do pronome pessoal «vós».
            Porque são os pregadores que vão pregar a sua mensagem.

1.3. Relacione a função do sal com a função das entidades referidas por «vós».
            Pois pretendem acabar com a corrupção de que o texto fala.

1.4. Como avalia o padre António Vieira o sucesso dessas entidades no desempenho da sua função?
            O padre António Vieira avalia o sucesso dessas entidades no desempenho da sua função como não fiável.

1.5. Enuncie o problema levantado pelo padre Vieira.
            O problema levantado pelo padre Vieira é a causa da corrupção.

1.6. Refira as duas hipóteses gerais apresentadas como causas possíveis do problema.
            As duas hipóteses gerais apresentadas como causas possíveis do problema são, ou o sal não salga, ou a terra não se deixa salgar.

1.6.1. Identifique os elementos linguísticos que as introduzem como causa do problema e as apresentam como duas alternativas.
            Os elementos linguísticos que as introduzem são “ou” e “;”.

1.7. Enumere os motivos que poderão ter conduzido à primeira causa e os que poderão ter conduzido à segunda.
            Os motivos que poderão ter conduzido à primeira causa são, os pregadores não pregarem uma doutrina verdadeira, os pregadores dizerem uma coisa e fazerem outra e os pregadores se pregarem a si e não a Cristo, os motivos que poderão ter conduzido à segunda são, os ouvintes, não quererem receber doutrina, servirem os seus apetites e quererem antes imitar o que eles fazem do que fazer o que dizem.

2. O segundo parágrafo inicia-se com uma premissa e, com base nela, o padre António Vieira coloca uma pergunta.

2.1. Enuncie a premissa.
                        A premissa é :  “Não é tudo isto verdade? Ainda mal”

2.2. Parafraseie a pergunta.
A pergunta é resultado de todas as outras perguntas e suposições que o padre Vieira fez, acerca do problema.

2.3. Identifique a parte do problema para o qual é proposta, neste parágrafo, uma solução e refira a solução proposta, bem como a finalidade da adoção de tal proposta.
            Neste parágrafo é proposta uma solução para “o que se há- de fazer ao sal que não salga”, a  solução proposta é deitar o sal fora como inútil, para que seja pisado por todos e a finalidade da adoção dela é acabar com os pregadores que não pregam uma doutrina verdadeira.

2.3.1. O problema e a finalidade da solução proposta estão representados por duas orações subordinadas adverbiais que ocorrem na mesma frase. Classifique-as.
       Orações subordinadas adverbiais consecutivas e finais.

2.3.2. Qual é o tipo de argumento usado para sustentar essa proposta? Justifique a sua resposta.
                                 É um argumento de causa e consequência.

3. Para fundamentar o que se há de fazer à terra que se não deixa salgar (isto é, aos ouvintes que não querem seguir os ensinamentos da verdadeira doutrina), o padre António Vieira recorre ao exemplo de Santo António.

3.1. Indique a razão por que o padre Vieira convoca a figura de Santo António.
            Padre António Vieira convoca a figura de Santo António porque este arranjou uma resolução para o problema.

3.2. Relate o episódio ocorrido com o santo e que justifica o título deste sermão.
            Santo António encontrava-se em Itália a pregar contra os hereges que eram muitos e não lhe prestavam atenção, então, posteriormente, Santo António tomou a resolução de mudar de púlpito e de auditório e começar a pragar para os peixes, porque pelo menos, estes ouviam- no.

3.3. Em determinado passo do capítulo, o autor do texto recorre a diversas interrogações. Aponte a intencionalidade do pregador ao colocar essas questões.
         O autor pretendeu mostrar todas as opções que Santo António tinha e mostrar que este não teve essas alternativas.

3.4. Aponte a decisão tomada pelo padre Vieira.
A decisão do padre foi de ir pregar para as praias.

3.4.1. Refira três argumentos apresentados pelo pregador que justificam essa atitude.
                               Os três argumentos apresentados pelo pregador são, Santo António ter os pés descalços e não poder protestar, zelar pela glória divina e não ter que sacudir os pés porque não tinha incorporado nada da maldade que existia na Terra.

3.5. O primeiro capítulo termina com uma invocação e com a expressão de um desejo.

3.5.1. Indique o destinatário da invocação e a sua intencionalidade.
                        O destinatário da invocação é Maria.

Questionário SERMÃO - Cap. I

1.
1.1
1.1.1) Os referentes do pronome pessoal “vós” são os pregadores.

1.1.2) O verbo usado anteriormente pertence à subclasse dos verbos de ligação, também designados por verbos copulativos.

1.1.3) O constituinte “sal da terra” desempenha a função de predicativo do sujeito.

1.1.4) A relação de sentido entre o constituinte com a função de sujeito e o constituinte “sal da terra” é uma relação de caracterização, isto é, a função acompanhada pelo verbo classifica o sujeito, ou seja, descreve-o, atribuí-lhe características. Além disto, a função referida faz parte do sujeito, para assim o poder classificar como sujeito.

1.1.5) O “sal” representa a mensagem evangélica transmitida pelo Padre António Vieira.

1.1.6) O elemento terra representa os ouvintes.

1.1.7) --

1.2) Cristo atribuiu a propriedade “sal da terra” aos referentes do pronome pessoal “vós”, pois deseja que estes façam na terra aquilo que o sal faz, isto é, tal como o sal tem como função conservar e evitar a corrupção, também os referentes do pronome pessoal têm como função na Terra louvar o bem (conservar) e impedir o mal (evitar a corrupção).

1.3) Tal como o sal tem como função conservar e evitar a corrupção, também as entidades referidas por “vós” (pregadores) têm como função louvar o bem (conservar) e impedir o mal (evitar a referida corrupção).

1.4) Avalia esse sucesso negativamente, uma vez que as referidas entidades não estão a desempenhar as suas devidas funções, obrigações e objectivos.

1.5) O Padre António Vieira questiona-se acerca da existência de tamanha corrupção, se o efeito do sal e dos que têm o ofício do sal é exactamente impedir a corrupção.

1.5.1) O vocábulo que introduz esse problema é a palavra “qual”, cuja pertence á classe dos pronomes.

1.6) O Padre António Vieira apresenta duas hipóteses para a causa destes problemas: ou porque o sal não salga (pregadores) ou porque a terra não se deixa salgar (humanidade).

1.6.1) Os elementos linguísticos que introduzem as hipóteses são os vocábulos “ou” e são conjunções coordenadas disjuntivas.

1.7) A primeira hipótese referida, “porque o sal não salga”, pode ser justificada através dos seguintes motivos: em primeiro lugar, os pregadores não pregam a devida doutrina; de seguida, os pregadores dizem uma coisa e fazem outra e por fim, estes pregam-se a si mesmos e não a Cristo. A segunda hipótese, “porque a terra não se deixa salgar”, deve-se aos seguintes factores: primeiro, devido aos ouvintes não quererem receber a devida doutrina; de seguida, temos ainda o facto de estes quererem imitar o que os pregadores fazem e não aquilo que eles dizem e por fim, temos o facto de os ouvintes quererem servir os seus apetites, em vez de servirem a Deus.

2.
2.1) A premissa referida é a seguinte: “Suposto pois, que, ou o sal não salgue ou a terra se não deixe salgar: que se há-de fazer a este sal, e que se há-de fazer a esta terra? O que se há de fazer ao sal que não salga?”.

2.2) Com esta pergunta, o padre António Vieira tem como objectivo obter uma resposta para o facto de os elementos não cumprirem as suas obrigações e objectivos, isto é, este pretende obter uma resposta sobre o que fazer para que o “sal” e a “terra” cumpram devidamente as suas funções e se deixem do seu quotidiano e maus hábitos referidos anteriormente.

2.3) Neste parágrafo é proposta uma solução para a questão de o sal não salgar a terra, sendo que a solução é lançar esse sal fora como um inútil, para que assim seja pisado por todos. Como tal, podemos afirmar que a finalidade desta medida proposta é remediar e mudar as atitudes dos pregadores, castigando-os.

2.3.1)A primeira é uma oração subordinada adverbial condicional, e a segunda é uma oração subordinada adverbial final.

2.3.2) Tal como é do nosso conhecimento, o padre António Vieira utiliza e baseia-se nos enunciados de Cristo segundo S. Mateus para apresentar uma solução para o problema. Visto não existir maior autoridade do que a de jesus Cristo, então estamos presente um argumento de autoridade.

3.
3.1) O padre António Vieira convoca a figura de Santo António para responder sobre o que fazer relativamente ao facto de a terra não se deixar salgar, isto é, através do exemplo de Santo António adquirimos uma solução para este problema: mudar de púlpito e de auditório, nunca desistindo da nossa doutrina. Por outras palavras, a convocação de Santo António é usada com o objectivo de apresentar um exemplo de solução que acontecera outrora numa história idêntica, apresentando consequentemente uma solução para esta situação/questão actual. Além disto, tal como todos os santos referidos ao longo da obra, a figura de Santo António funciona como uma autoridade.

3.2) O episódio ocorrido foi o seguinte: S. António pregava na cidade de Arímino, Itália, contra os hereges. Não obstante, estes não compreendiam o que ele pregava, chegando ao ponto de se revoltarem contra ele e o quererem matar. Como tal, visto que o seu auditório não o compreendia e ouvia, este decidiu mudar e pregar para os peixes.

3.3) O padre António Vieira, ao colocar estas questões, tinha como objectivo levar o leitor a procurar uma resposta ao problema apresentado.

3.4) O Padre António Vieira decide pregar como Santo António. Isto é, este decide não imitar S. António mas sim, pregar como ele.

3.4.1) A atitude do padre pode ser justificada através dos seguintes argumentos: em primeiro lugar, este afirma que todos os outros egrégios doutores foram sal da terra, mas que o Santo António foi sal da terra e do mar e ainda, que Santo António deixou uma história, um exemplo, uma lição, uma influência e uma inspiração maior do que todas as marcas deixadas por qualquer santo na Terra.

 3.5.
3.5.1) O destinatário da invocação é “domina maris”, isto é, o destinatário é Maria, mãe de Cristo e senhora dos mares. Sendo que a intencionalidade da sua invocação é que esta nunca lhe falte como fonte de inspiração.

Questionário SERMÃO - Cap. I

1. A frase «Vos estis sal terrae» («Vós sois o sal da terra»), transcrita da Bíblia, mais concretamente do Evangelho de S. Mateus, capítulo V, versículo 13, constitui o chamado conceito predicável, a partir do qual se desenvolverá o Sermão.

1.1. Observe a frase «Vós sois o sal da terra».

          1.1.1.   Identifique os referentes do pronome pessoal «vós».
Resposta: Os referentes do pronome «vós» referem-se aos pregadores que estavam a escutar Cristo.

1.1.2. Refira a subclasse a que pertence o verbo usado.
Resposta: O verbo está no Presente.
1.1.3. Identifique a função sintática desempenhada pelo constituinte «o sal da terra».
Resposta: Função de Complemento direto.
1.1.4. Indique por palavras suas a relação de sentido entre o constituinte com a função de sujeito e o constituinte referido em 1.1.3.
Resposta: Cristo quer com isto dizer que aos pregadores são uma espécie de “sal da Terra”, porque são estes que espalham a sua palavra.

1.1.5. Identifique o que representa o «sal».
Resposta: O sal representa a palavra de Cristo.
1.1.6. Indique, agora, o que representa o elemento «terra».
Resposta: A «terra» representa o nosso planeta Terra onde Cristo prega a sua palavra.
1.1.7. Sabendo que «predicar» significa atribuir propriedades a entidades ou situações ou estabelecer relações entre entidades ou situações, explique em que medida a frase de 1.1. representa um conceito predicável. 
Resposta: 

1.2.          Por que motivo é atribuída por Cristo a propriedade  «sal da terra»  aos referentes do pronome pessoal  «vós».
Resposta: Esta propriedade é atribuída aos pregadores porque são eles que carregam a palavra de Cristo e são eles que a proferem e a espalham pelo mundo.

1.3. Relacione a função do sal com a função das entidades referidas por  «vós».
Resposta: Os pregadores querem defender a palavra de Cristo. Logo se o sal representa essa palavra isso significa que o sal pode usado para parar a corrupção que existe.

1.4. Como avalia o padre António Vieira o sucesso dessas entidades no desempenho da sua função?
      Resposta: O padre António Vieira duvida desse sucesso.

1.5. Enuncie o problema levantado pelo padre Vieira.
      Resposta: O padre António Vieira afirma que “os pregadores não pregam a verdadeira doutrina” de Cristo e por isso é que não são bem-sucedidos.

1.5.1. Identifique e classifique o vocábulo que introduz esse problema.  
Resposta: 

1.6. Refira as duas hipóteses gerais apresentadas como causas possíveis do problema.
Resposta: As hipóteses apresentadas são as seguintes: o sal não salga; a terra não se deixa salgar.

1.6.1. Identifique os elementos linguísticos que as introduzem como causa do problema e as apresentam como duas alternativas.
     Resposta: O «ou» sendo uma conjunção disjuntiva apresenta-nos uma alternativa e o «;» também tem a mesma função.

1.7. Enumere os motivos que poderão ter conduzido à primeira causa e os que poderão ter conduzido à segunda.

      Resposta: O primeiro motivo é o sal não salgar, e o segundo é a terra não se deixar salgar. Isto porque os pregadores não pregam a verdadeira doutrina, eles não fazem aquilo que dizem, não espalham a verdadeira mensagem de Cristo. E também porque os ouvintes querem os imitar fazendo o que eles fazem e não o que eles dizem.

2. O segundo parágrafo inicia-se com uma premissa e, com base nela, o padre António Vieira coloca uma pergunta.

2.1. Enuncie a premissa.
Resposta: “Não é tudo isto verdade?”

2.2. Parafraseie a pergunta.
Resposta:

2.3. Identifique a parte do problema para o qual é proposta, neste parágrafo, uma solução e refira a solução proposta, bem como a finalidade da adoção de tal proposta.
Resposta: A parte do problema para o qual é proposta uma solução está relacionada com o facto de os pregadores não espalharem a verdadeira doutrina de Cristo e em vez de isso pregarem-se a si mesmos.

2.3.1. O problema e a finalidade da solução proposta estão representados por duas orações subordinadas adverbiais que ocorrem na mesma frase. Classifique-as.
Resposta: Uma oração subordinada consecutiva e uma final.

2.3.2. Qual é o tipo de argumento usado para sustentar essa proposta? Justifique a sua resposta.
        Resposta: Causa e consequência. Visto que não foi Cristo que pronunciou a doutrina.

3. Para fundamentar o que se há de fazer à terra que se não deixa salgar (isto é, aos ouvintes que não querem seguir os ensinamentos da verdadeira doutrina), o padre António Vieira recorre ao exemplo de Santo António.

3.1. Indique a razão por que o padre Vieira convoca a figura de Santo António.
Resposta: O padre António Vieira convoca a figura de Santo António porque este arranjou uma solução para aquele problema. 

3.2. Relate o episódio ocorrido com o santo e que justifica o título deste sermão.
Resposta: Santo António tentou pregar aos homens mas não resultou por isso em vez de parar de pregar resolveu pregar aos peixes.

3.3. Em determinado passo do capítulo, o autor do texto recorre a diversas interrogações. Aponte a intencionalidade do pregador ao colocar essas questões.
Resposta: Com esta questões o autor tenta para arranjar soluções para Santo António.

3.4. Aponte a decisão tomada pelo padre Vieira.
Resposta: Ele resolveu pregar também aos peixes, seguindo o exemplo de Santo António.

3.4.1. Refira três argumentos apresentados pelo pregador que justificam essa atitude.
Resposta: Santo António estava descalço e sendo assim não podia protestar, não tinha pregado nada da terra e não sacudiu os pés.

3.5. O primeiro capítulo termina com uma invocação e com a expressão de um desejo.

3.5.1. Indique o destinatário da invocação e a sua intencionalidade.
Resposta: O destinatário da invocação é Maria.

Questionário SERMÃO - Cap. I

1. A frase «Vos estis sal terrae» («Vós sois o sal da terra»), transcrita da Bíblia, mais concretamente do Evangelho de S. Mateus, capítulo V, versículo 13, constitui o chamado conceito predicável, a partir do qual se desenvolverá o Sermão.

1.1. Observe a frase «Vós sois o sal da terra».

1.1.1. Identifique os referentes do pronome pessoal «vós».
            R: Os referentes do pronome pessoal «vós» são aos pregadores que estavam a escutar Cristo.

1.1.2. Refira a subclasse a que pertence o verbo usado.
R: O verbo usado é transitivo direto e indireto e encontra-se no presente.

1.1.3. Identifique a função sintática desempenhada pelo constituinte «o sal da terra».
R: A função sintática desempenhada pelo constituinte «o sal da terra» é o complemento direto.

1.1.4. Indique por palavras suas a relação de sentido entre o constituinte com a função de sujeito e o constituinte referido em 1.1.3.
R: Cristo ao referir estas palavras está atribuir aos pregadores o sinonimo sal da Terra, porque são eles que pregam a sua palavra.

1.1.5. Identifique o que representa o «sal».
R: O «sal» representa a palavra de Cristo.

1.1.6. Indique, agora, o que representa o elemento «terra».
R: O elemento «terra» representa o planeta Terra e todo o mundo onde se prega a palavra de Cristo.

1.1.7 Sabendo que «predicar» significa atribuir propriedades a entidades ou situações ou estabelecer relações entre entidades ou situações, explique em que medida a frase de 1.1. representa um conceito predicável.
                R: A frase de 1.1. representa um conceito predicável porque se pode relacionar com os adubos que se colocam na terra para esta ficar própria para semear.

                1.2. Por que motivo é atribuída por Cristo a propriedade «sal da terra» aos referentes do pronome pessoal «vós».
                R: É atribuída por Cristo a propriedade «sal da terra» aos referentes do pronome pessoal «vós» porque são estes que levam a palavra de Cristo até vários povos e a pronunciam.

          1.3. Relacione a função do sal com a função das entidades referidas por «vós».
          R: O sal serve para impedir a corrupção e o que os pregadores fazem é tentar fazer o mesmo defendendo a palavra de Cristo.

          1.4. Como avalia o padre António Vieira o sucesso dessas entidades no desempenho da sua função?
          R: O sucesso dessas entidades no desempenho da sua função é posto em causa pelo padre António Vieira como podemos ver na seguinte frase «Ou é porque o sal não salga, e os pregadores não pregam a verdadeira doutrina».

          1.5. Enuncie o problema levantado pelo padre Vieira.
          R: O problema levantado pelo padre Vieira é os pregadores não proferirem corretamente a palavra de Cristo.

          1.5.1. Identifique e classifique o vocábulo que introduz esse problema.
                               R: O vocábulo que introduz esse problema é «ou é porque o sal salga»,

1.6. Refira as duas hipóteses gerais apresentadas como causas possíveis do problema.
R: As hipóteses gerais apresentadas como causas possíveis do problema são porque o sal não salga e porque a terra não se deixa salgar.

1.6.1. Identifique os elementos linguísticos que as introduzem como causa do problema e as apresentam como duas alternativas.
                R: Os elementos linguísticos introdutórios são o «o» e «;».

1.7. Enumere os motivos que poderão ter conduzido à primeira causa e os que poderão ter conduzido à segunda.
R: Os pregadores não pregam a verdadeira doutrina; os pregadores dizem uma coisa e fazem outra; os pregadores pregam-se a si mesmos e não a Cristo são os motivos que poderão ter conduzido á primeira causa. Os ouvintes não querem receber a verdadeira doutrina; Os ouvintes querem imitar o que os pregadores fazem e não o que eles dizem; Os ouvintes querem servir os seus apetites em vez de servir a Cristo e estes são os motivos que poderão ter conduzido à segunda. Mas o primeiro motivo é o sal não salgar, e o segundo é a terra não se deixar salgar.

2. O segundo parágrafo inicia-se com uma premissa e, com base nela, o padre António Vieira coloca uma pergunta.

2.1. Enuncie a premissa.
R: A premissa é «Não é tudo isto verdade? Ainda mal».

2.2. Parafraseie a pergunta.
R: A pergunta refere-se a todas as suposições que o padre António Vieira fez para responder á pergunta «qual pode ser a causa desta corrupção?».

2.3. Identifique a parte do problema para o qual é proposta, neste parágrafo, uma solução e refira a solução proposta, bem como a finalidade da adoção de tal proposta.
R: A parte do problema para o qual é proposta, neste parágrafo, uma solução tem a ver com o facto de os pregadores não pregarem a verdadeira doutrina e pregarem a si e não a Cristo.

2.3.1. O problema e a finalidade da solução proposta estão representados por duas orações subordinadas adverbiais que ocorrem na mesma frase. Classifique-as.
R: É a oração subordinada Consecutiva e final.

2.3.2. Qual é o tipo de argumento usado para sustentar essa proposta? Justifique a sua resposta.
                R: Argumento de causa e consequência porque ele usa o facto de Cristo não ter pronunciado a doutrina.

3. Para fundamentar o que se há de fazer à terra que se não deixa salgar (isto é, aos ouvintes que não querem seguir os ensinamentos da verdadeira doutrina), o padre António Vieira recorre ao exemplo de Santo António.

3.1. Indique a razão por que o padre Vieira convoca a figura de Santo António.
R: A razão porque o padre Vieira convoca a figura de Santo António é porque Santo António criou uma resolução para o grande problema português.

3.2. Relate o episódio ocorrido com o santo e que justifica o título deste sermão.
R: Santo António não obtinha resultados da sua pregação e os homens até o quiseram matar, em vez de desistir resolveu pregar aos peixes.

3.3. Em determinado passo do capítulo, o autor do texto recorre a diversas interrogações. Aponte a intencionalidade do pregador ao colocar essas questões.
R: O autor coloca essas questões para tentar arranjar soluções para Santo António.

3.4. Aponte a decisão tomada pelo padre Vieira.
R: Padre António Vieira, sem obter resultados, a terra continuava corrupta, resolvendo igualmente pregar aos peixes, seguindo o exemplo de Santo António.

3.4.1. Refira três argumentos apresentados pelo pregador que justificam essa atitude.
                R: De Santo António ter os pés descalços e não poder protestar, o facto de não ter pregado nada de terra e de não os ter sacudido.

3.5. O primeiro capítulo termina com uma invocação e com a expressão de um desejo.

3.5.1. Indique o destinatário da invocação e a sua intencionalidade.
                                               R: O destinatário dessa invocação é Maria.
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