domingo, 10 de junho de 2012

Questionário SERMÃO - Cap. I

1. A frase «Vos estis sal terrae» («Vós sois o sal da terra»), transcrita da Bíblia, mais concretamente do Evangelho de S. Mateus, capítulo V, versículo 13, constitui o chamado conceito predicável, a partir do qual se desenvolverá o Sermão.

1.1. Observe a frase «Vós sois o sal da terra».

1.1.1. Identifique os referentes do pronome pessoal «vós».
            R: Os referentes do pronome pessoal «vós» são aos pregadores que estavam a escutar Cristo.

1.1.2. Refira a subclasse a que pertence o verbo usado.
R: O verbo usado é transitivo direto e indireto e encontra-se no presente.

1.1.3. Identifique a função sintática desempenhada pelo constituinte «o sal da terra».
R: A função sintática desempenhada pelo constituinte «o sal da terra» é o complemento direto.

1.1.4. Indique por palavras suas a relação de sentido entre o constituinte com a função de sujeito e o constituinte referido em 1.1.3.
R: Cristo ao referir estas palavras está atribuir aos pregadores o sinonimo sal da Terra, porque são eles que pregam a sua palavra.

1.1.5. Identifique o que representa o «sal».
R: O «sal» representa a palavra de Cristo.

1.1.6. Indique, agora, o que representa o elemento «terra».
R: O elemento «terra» representa o planeta Terra e todo o mundo onde se prega a palavra de Cristo.

1.1.7 Sabendo que «predicar» significa atribuir propriedades a entidades ou situações ou estabelecer relações entre entidades ou situações, explique em que medida a frase de 1.1. representa um conceito predicável.
                R: A frase de 1.1. representa um conceito predicável porque se pode relacionar com os adubos que se colocam na terra para esta ficar própria para semear.

                1.2. Por que motivo é atribuída por Cristo a propriedade «sal da terra» aos referentes do pronome pessoal «vós».
                R: É atribuída por Cristo a propriedade «sal da terra» aos referentes do pronome pessoal «vós» porque são estes que levam a palavra de Cristo até vários povos e a pronunciam.

          1.3. Relacione a função do sal com a função das entidades referidas por «vós».
          R: O sal serve para impedir a corrupção e o que os pregadores fazem é tentar fazer o mesmo defendendo a palavra de Cristo.

          1.4. Como avalia o padre António Vieira o sucesso dessas entidades no desempenho da sua função?
          R: O sucesso dessas entidades no desempenho da sua função é posto em causa pelo padre António Vieira como podemos ver na seguinte frase «Ou é porque o sal não salga, e os pregadores não pregam a verdadeira doutrina».

          1.5. Enuncie o problema levantado pelo padre Vieira.
          R: O problema levantado pelo padre Vieira é os pregadores não proferirem corretamente a palavra de Cristo.

          1.5.1. Identifique e classifique o vocábulo que introduz esse problema.
                               R: O vocábulo que introduz esse problema é «ou é porque o sal salga»,

1.6. Refira as duas hipóteses gerais apresentadas como causas possíveis do problema.
R: As hipóteses gerais apresentadas como causas possíveis do problema são porque o sal não salga e porque a terra não se deixa salgar.

1.6.1. Identifique os elementos linguísticos que as introduzem como causa do problema e as apresentam como duas alternativas.
                R: Os elementos linguísticos introdutórios são o «o» e «;».

1.7. Enumere os motivos que poderão ter conduzido à primeira causa e os que poderão ter conduzido à segunda.
R: Os pregadores não pregam a verdadeira doutrina; os pregadores dizem uma coisa e fazem outra; os pregadores pregam-se a si mesmos e não a Cristo são os motivos que poderão ter conduzido á primeira causa. Os ouvintes não querem receber a verdadeira doutrina; Os ouvintes querem imitar o que os pregadores fazem e não o que eles dizem; Os ouvintes querem servir os seus apetites em vez de servir a Cristo e estes são os motivos que poderão ter conduzido à segunda. Mas o primeiro motivo é o sal não salgar, e o segundo é a terra não se deixar salgar.

2. O segundo parágrafo inicia-se com uma premissa e, com base nela, o padre António Vieira coloca uma pergunta.

2.1. Enuncie a premissa.
R: A premissa é «Não é tudo isto verdade? Ainda mal».

2.2. Parafraseie a pergunta.
R: A pergunta refere-se a todas as suposições que o padre António Vieira fez para responder á pergunta «qual pode ser a causa desta corrupção?».

2.3. Identifique a parte do problema para o qual é proposta, neste parágrafo, uma solução e refira a solução proposta, bem como a finalidade da adoção de tal proposta.
R: A parte do problema para o qual é proposta, neste parágrafo, uma solução tem a ver com o facto de os pregadores não pregarem a verdadeira doutrina e pregarem a si e não a Cristo.

2.3.1. O problema e a finalidade da solução proposta estão representados por duas orações subordinadas adverbiais que ocorrem na mesma frase. Classifique-as.
R: É a oração subordinada Consecutiva e final.

2.3.2. Qual é o tipo de argumento usado para sustentar essa proposta? Justifique a sua resposta.
                R: Argumento de causa e consequência porque ele usa o facto de Cristo não ter pronunciado a doutrina.

3. Para fundamentar o que se há de fazer à terra que se não deixa salgar (isto é, aos ouvintes que não querem seguir os ensinamentos da verdadeira doutrina), o padre António Vieira recorre ao exemplo de Santo António.

3.1. Indique a razão por que o padre Vieira convoca a figura de Santo António.
R: A razão porque o padre Vieira convoca a figura de Santo António é porque Santo António criou uma resolução para o grande problema português.

3.2. Relate o episódio ocorrido com o santo e que justifica o título deste sermão.
R: Santo António não obtinha resultados da sua pregação e os homens até o quiseram matar, em vez de desistir resolveu pregar aos peixes.

3.3. Em determinado passo do capítulo, o autor do texto recorre a diversas interrogações. Aponte a intencionalidade do pregador ao colocar essas questões.
R: O autor coloca essas questões para tentar arranjar soluções para Santo António.

3.4. Aponte a decisão tomada pelo padre Vieira.
R: Padre António Vieira, sem obter resultados, a terra continuava corrupta, resolvendo igualmente pregar aos peixes, seguindo o exemplo de Santo António.

3.4.1. Refira três argumentos apresentados pelo pregador que justificam essa atitude.
                R: De Santo António ter os pés descalços e não poder protestar, o facto de não ter pregado nada de terra e de não os ter sacudido.

3.5. O primeiro capítulo termina com uma invocação e com a expressão de um desejo.

3.5.1. Indique o destinatário da invocação e a sua intencionalidade.
                                               R: O destinatário dessa invocação é Maria.

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