sexta-feira, 11 de março de 2011

Correcção do teste (4.º)

Grupo I


TEXTO A


1. A metáfora “O plantador de naus a haver” remete para os pinhais mandados plantar por D. Dinis que são já, virtualmente, as naus das Descobertas – o futuro adivinhado. A figura do rei é apresentada, assim, como aquela que cria condições para as navegações futuras, como uma espécie de intérprete de uma vontade superior.

2.1. Efeitos de sentido:

          a) Com a madeira dos pinhais construíram-se as naus com as quais Portugal viria a
              construir o seu império marítimo.

          b) A palavra «trigo» pode ter o sentido de «abundância», «ausência de fome», «riqueza»,
              «sobrevivência».

3. Elementos que evidenciam o destino mítico de Portugal:
          - os pinhais plantados por D. Dinis;
          - o rumor dos pinhais;
          - «esse cantar»;
          - o «som presente»;
          - a «voz da terra».

4.1. Esta metáfora apresenta-nos o «cantar» do rei como um regato que corre em direcção a um «oceano por achar», querendo com ela apontar para a ideia de que nesse passado – do «cantar» se adivinha já o futuro das descobertas, simbolizado pelo oceano ainda não descoberto, ainda não desvendado.



TEXTO B


1 – V

2 – F

3 – F

4 – V

5 – V



Grupo II

1 – d

2 – d

3 – b

4.1. – a

5.1. O advérbio desempenha a função sintáctica de modificador frásico / de frase.

5.2. O predicativo do sujeito é «a que fica, esperando, imóvel, na felicidade e no sonho do regres-so».

6.
   1 – d
   2 – h
   3 – a
   4 – g
   5 – f

7.
   a) A oração é uma oração subordinada substantiva relativa.

   b) As orações são ambas coordenadas disjuntivas.

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