quinta-feira, 23 de agosto de 2018

'O Ano da Morte de Ricardo Reis' - Ficha de leitura (capítulos IV-VII)

VERSÃO 1

Assinala como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das afirmações.
1.    O ministro da Instrução, citado nos jornais, afirma que «Salazar é o maior educador do nosso século».
2.    O primeiro-ministro do Estado Novo era também ministro da Agricultura.
3.    O segundo encontro de Reis com Pessoa dá-se no café Martinho, perto do Tejo.
4.    Um dia, no hotel, Reis prende por instantes o braço de Lídia, o que o deixa muito perturbado.
5.    No dia em que Ricardo Reis confessou que a achava muito bonita, começou a relação de amor entre os dois.
6.    A rapariga chorou, ao engomar o fato que Reis iria usar para ir ao teatro.
7.    Por coincidência, o protagonista encontrou Marcenda e o pai no Teatro Nacional.
8.    Os operários de uma fábrica estiveram presentes naquele espetáculo.
9.    A visita de Fernando Pessoa, nessa noite, provoca-lhe alguma contrariedade, pois esperava a companhia de Lídia.
10.   Os dois conversaram sobre verdade e fingimento.
11.   Num jantar, Marcenda contou a Reis que a mão ficara paralisada quatro anos antes.
12.   O médico acaba por lhe perguntar se ela não pode ou não quer mexer a sua mão.
13.   O Dr. Sampaio, convicto salazarista, recomendou a Reis o livro A Revolução.
14.   A sua leitura provoca a Reis o comentário: «Que estupidez».
15.   Os jornais reproduzem um discurso de Hitler, no qual este assegura o compromisso da Alemanha com a paz.
16.   A referência às colónias portuguesas é pretexto para uma reflexão sobre o Quinto Império.
17.   Reis assiste ao cortejo fúnebre de um homem morto a tiro, onde muita gente se vestia de vermelho.
18.   Esse traje provocatório originou uma rixa a custo dominada pela polícia.
19.   A vitória da esquerda nas eleições espanholas foi assunto da conversa num dos encontros com Pessoa.
20.   Na noite de Carnaval, Reis persegue um vulto, mascarado de morte.
21.   O hotel Bragança, entretanto, enche-se de exilados franceses.                                                                              



VERSÃO 2

Assinala como verdadeira (V) ou falsa (F) cada uma das afirmações.
1.    O primeiro-ministro do Estado Novo português era também ministro da Indústria.
2.    O seu ministro da Instrução defendia que os primeiros anos de ensino deviam proporcionar amplos conhecimentos.
3.    O segundo encontro com Pessoa aconteceu numa esquina da cidade.
4.    Chovia e ambos passearam, cada um com o seu chapéu, em direção ao rio.
5.    Depois de ter enlaçado a mão de Lídia, Reis sentiu uma intensa perturbação.
6.    No dia seguinte, ele disse-lhe que a achava muito bonita e a sua relação de amor começou.
7.    Por Salvador, Reis sabe que Marcenda e o pai iriam ao Teatro Nacional.
8.    Durante a peça, a atenção do protagonista dividiu-se entre a observação da jovem e o que se passava no palco.
9.    No final, aceitou a oferta de regressar ao hotel de táxi com o Dr. Sampaio e a filha.
10.   O teatro funcionava como um dos instrumentos de propaganda do Estado Novo.
11.   O terceiro encontro com Pessoa acontece na mesma noite.
12.   Fernando Pessoa reage ironicamente à confissão de Reis, de que espera companhia.
13.   Mais tarde, Marcenda conta a Reis que a sua mão esquerda ficara paralisada após a morte da sua mãe.
14.   Na sequência dessa conversa, o Dr. Sampaio pergunta a Reis se não poderia tratar a filha.
15.   Um livro recomendado a Reis pelo notário é de teor propagandístico, promovendo o Estado Novo.
16.   Os jornais reproduzem a posição inglesa, favorável à entrega de colónias portuguesas à Alemanha e à Itália.
17.   O protagonista assiste ao funeral do «Mouraria», vítima de um rival, pelos amores de uma fadista.
18.   No cortejo fúnebre, desfilaram prostitutas e criminosos, vigiados por um contingente policial.
19.   No quarto encontro, Pessoa diz a Reis que iria mascarar-se de morte, no Carnaval.
20.   A vitória da esquerda, nas eleições espanholas, enche o hotel de novos hóspedes.
21.   O protagonista inquieta-se com a instabilidade política no país vizinho.


As autoras do Novo Plural 12
Elisa Costa Pinto 
Paula Fonseca 
Vera Saraiva Baptista

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