segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

O Acordo Ortográfico é uma mentira

     Eis alguns exemplos colhidos aqui que mostram que o acordo ortográfico é uma mentira política, pois não unifica a ortografia, antes a desunifica:
Pré-AO90Pós-AO90
Portugal | BrasilPortugal | Brasil
Acepção | AcepçãoAceção | Acepção
Concepção | ConcepçãoConceção | Concepção
Conector | ConectorConetor | Conector
Excepcional | ExcepcionalExcecional | Excepcional
Expectorar | ExpectorarExpetorar | Expectorar
Infecção | InfecçãoInfeção | Infecção
Intercepção | IntercepçãoInterceção | Intercepção
Perceptível | PerceptívelPercetível | Perceptível
Recepção | RecepçãoReceção | Recepção

4 comentários :

Manuel de Sousa disse...

Para saber a verdade, leia "Para mal dos pecados de alguns, os números não mentem", de Jorge Candeias: http://ciberduvidas.pt/textos/tipo/Acordo%20Ortogr%C3%A1fico%20-%20Controv%C3%A9rsias/acordo

CM disse...

Não mentem não, quando os deixam falar...
Quando o Sr. Candeias encontra, por exemplo, a palavra "afetar", conta 1 ou 49, que tais são as palavras afectadas em todas as pessoas e tempos do verbo?

Marina Pereira disse...

Seja como for, eu pensei que a ideia era unificar, isto é, tornar o maior número possível de palavras com a mesma grafia. Pelos vistos, nuns casos unificou, noutros desunificou e noutros ainda consagrou a utilização de duas formas.

Ou seja, em lugar de simplificar, complicou. Para mim, a questão do hífen, por exemplo, é de loucos, por mais explicações que engendrem para explicar as opções.

Já agora, não deve ser muito fácil explicar a um aluno a grafia de Egito e egípcio.

Isto é o que acontece quando são os trampas dos políticos a meterem a mão em assuntos que desconhecem totalmente. Não duvido que muitos nem sequer uma frase com S, P e Compl. consigam redigir em condições...

Marina Pereira disse...

Seja como for, eu pensei que a ideia era unificar, isto é, tornar o maior número possível de palavras com a mesma grafia. Pelos vistos, nuns casos unificou, noutros desunificou e noutros ainda consagrou a utilização de duas formas.

Ou seja, em lugar de simplificar, complicou. Para mim, a questão do hífen, por exemplo, é de loucos, por mais explicações que engendrem para explicar as opções.

Já agora, não deve ser muito fácil explicar a um aluno a grafia de Egito e egípcio.

Isto é o que acontece quando são os trampas dos políticos a meterem a mão em assuntos que desconhecem totalmente. Não duvido que muitos nem sequer uma frase com S, P e Compl. consigam redigir em condições...

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