- Rafael, sabes quem foi Shakespeare?
- Não foi um dos piratas das Caraíbas?
Não, Shakespeare não foi Jack Sparrow...
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Não, Shakespeare não foi Jack Sparrow...
No link abaixo, encontras um flashcard (isto é, um cartão de estudo digital que te ajuda a rever uma qualquer matéria estudada nas aulas) que te auxilia no estudo do célebre soneto de Camões "Amor é um fogo que arde sem se ver".
Bom estudo!
Clica aqui »»» flashcard-amor-é-um-fogo-que-arde-sem-se-ver
Ora bem, fazendo uma subtração simples (2026 - 1948), chegaremos à conclusão que o escritor foi para o céu com 78 anos.
Porém, quando menos a notícia, somos confrontados com a informação de que, afinal, partiu aos 98 anos. Se calhar, ainda está vivo e, na verdade, só deixará este mundo cruel em 2046.
Para repor a verdade, trata-se um lapso no título: Desmond Morris nasceu em 1928.
Ésquilo, filho de Eufórion, da velha nobreza dos Eupátridas, nasceu em 525-524 a.C., no demo ático de Elêusis.
No ano de 484 alcançou a sua primeira vitória. Estava, então, na plenitude da sua força vital, tinha quarenta anos.
Cinco anos antes tinha tomado parte, com seu irmão Cinegiro, na batalha de Maratona. Cinco anos depois combateu, com seu irmão mais novo Amínias, na batalha de Salamina.
Em 472 Ésquilo venceu com a tetralogia a que pertencem Os Persas.
Em 468 Ésquilo foi vencido por Sófocles que, com a sua primeira representação, obteve a sua primeira vitória. Este facto e a descoberta de um fragmento de uma didascália (uma espécie de ficha técnica do concurso trágico) referente ao concurso em que Ésquilo obteve o primeiro lugar com a trilogia das Danaides, Sófocles o segundo e Mésato o terceiro, permite datar as Suplicantes, primeira peça da trilogia das Danaides, até há pouco considerada a mais antiga das peças conservadas de Ésquilo, com uma data posterior à de Os sete contra Tebas, que é de 467 a.C. Um pormenor do referido fragmento recomenda para as Suplicantes a data de 463.
Pondo de lado o problema da data do Prometeu, aproximadamente 469 a.C., resta referir a vitória de 458 com a Oresteia.
O poeta morreu em 456-455 a.C., em Gela, na Sicília, por ocasião de uma segunda visita a esta ilha.
Primitivamente, os cenários eram maciços. Ainda no tempo de Ésquilo, para figurar um altar ou um túmulo, elevava-se ao fundo da orquestra um altar ou um túmulo, grosseiramente construídos. De acordo com a informação de Aristóteles, Sófocles introduz o cenário pintado. Este cenário devia cobrir a fachada da σκηνή ao fundo do proscénio.
Quanto aos maquinismos, no século V, só há a certeza do uso da μηχανή, uma espécie de guindaste que permitia elevar ou fazer descer uma personagem, por exemplo, o chamado "deus ex machina" (Eurípides fazia descer uma divindade do céu através da μηχανή.
Provas do uso do "ecciclema" (ἐκκύκλημα) só existem paea a época helenística, o que não significa, evidentemente, que não tenha sido usado já no século V. O "ecciclema" era uma espécie de plataforma rolante que saía por uma das portas do fundo, permitindo mostrar o interior da habitação e o que nela se desenrolava, como, por exemplo, um crime.
Citemos, finalmente, o brontéion (βροντεῖον), que servia para imitar o ruído do trovão. Era uma grande bacia de bronze colocada por trás da cena em que se lançavam pedras e ferros com estrondo.
O teatro grego era um teatro ao ar livre, constituído por uma colina natural, em Atenas a Acrópole, onde se talhavam os assentos para os espectadores.
Junto deste hemiciclo, o coro evoluía na orquestra, no centro da qual se erguia o altar de Dioniso.
Sobre os degraus do altar sentava-se o flautista.
Ao fundo da orquestra, frente as espectadores havia uma construção em madeira, mais tarde e pedra, a σκηνή, onde se encontravam os camarins dos atores e dos coreutas.
Em frente da σκηνή e liga a ela havia um estrado comparável ao palco dos nossos teatros.
O proscénio ( προσκήνιον / λογεῖον) estava, no século V, quase ao nível da orquestra, separado dela por apenas dois ou três degraus.
No capítulo da estrutura, uma tragédia do século quinto compõe-se dos seguintes elementos fundamentais:
a) elementos recitativos: o prólogo e os episódios;
b) elementos mélicos, ou líricos: o párodo e os estásimos.
Acrescentam-se ainda o êxodo, que aparece como o último dos episódios; os cantos episódicos, a saber, ἀμοιβαία (amoibaia, ou diálogos inteiramente líricos) e as monódias (canto de um só ator) e, finalmente, os diálogos lírico-recitativos (ou lírico-epirremáticos).
O κομμός era um amoibaion entre o coro e o ator com conteúdo trenético (lamentoso, fúnebre).
O PowerPoint pode ser consultado e descarregado aqui: »»».
Na aula onde se divaga sobre Os Maias, concretamente a temática da Educação, a conversa acaba em bicicletas.
O professor informa que, quando era adolescente, era obrigatório uma bicicleta possuir uma placa (com a matrícula do veículo).
A Maria Luís abre então a sua boca, com um ar de espanto sem medida:
- Para andar de bicicleta, era preciso ter placa de dentes?
Ser professor é uma experiência sem igual e, por vezes, sem explicação.
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