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sexta-feira, 19 de abril de 2013

Educação: mais com menos (II)


Investimento na Educação

Investimento na Educação abaixo de 4% do PIB coloca Portugal ao nível da Indonésia, diz CNE

Educação esteve em debate no Parlamento
A presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE) disse nesta terça-feira no parlamento que reduzir o investimento público na Educação abaixo de 4% do Produto Interno Bruto (PIB), “é colocar Portugal ao nível da Indonésia”.
Ana Maria Bettencourt esteve na Comissão de Educação, Ciência e Cultura da Assembleia da República, acompanhada de outros conselheiros do órgão a que preside, para apresentar aos deputados as conclusões do relatório “Estado da Educação 2012 – Autonomia e Descentralização”, divulgado na passada semana.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Frei Diogo de Melo

          Esta personagem é o símbolo do antipoder dentro da Igreja católica. Assim, contrasta com principal Sousa, a figura que representa uma Igreja em tudo contrária aos princípios do catolicismo e que, por isso, desvirtua a interpretação dos próprios textos sagrados. Pelo contrário, Frei Diogo representa uma Igreja pura, autêntica, espelho de honestidade, fé, caridade, solidariedade, amor ao próximo, esperança, compaixão e sentido correcto da caridade cristã, isto é, uma Igreja que quer ser e não parecer. Neste sentido, contraria o poder religioso instalado, embora não o confronte abertamente. Pede a Matilde que "Não faça a Deus o que os homens fizeram ao general Gomes Freire: não O julgue sem O ouvir.", denunciando assim a actuação contraditória dos representantes da Igreja (pág. 128) e dá-lhe força e conforto quando ela parece descrer da sua fé, afirmando que "A misericórdia de Deus é infinita.".

          Frei Diogo é um homem sério (pág. 13); é o confessor de Gomes Freire e, nessa qualidade, reconhece que ele foi vítima de uma injustiça, para a qual contribuiu a instituição de que faz parte - a Igreja. Não tem mesmo pejo em o elogiar, o que provoca a ira de principal Sousa.

          A sua linguagem está eivada de sensibilidade, inocência e compreensão da dor alheia.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Programa de Matemática do ensino básico revogado

Novo programa para os alunos do 1º ao 9º ano vai ser desenhado depois de discussão pública com professores.

     O ministro da Educação revogou hoje o programa de Matemática para o Ensino Básico que foi desenhado por Maria de Lurdes Rodrigues, em 2007. Segundo o Diário da República hoje publicado, os alunos dos 1.º ao 9.º ano do ensino básico vão ter um novo programa desta disciplina já no próximo ano lectivo.
     O novo programa da Matemática vai ser definido depois de uma discussão pública, na qual vão participar professores, e que deverá arrancar ainda este mês.
     Segundo o documento, o actual programa "é demasiado rígido" e "retira liberdade aos professores para actuarem de forma adequada perante as suas turmas e escolas e de acordo com a sua experiência". 

terça-feira, 16 de abril de 2013

"O Grito", de Munch


Edvard Munch (1863-1944), pintor e gravador norueguês, a sua infância foi marcada pela tragédia com a morte precoce da mãe e da irmã mais velha com tuberculose. Frequentou a "Escola de Artes e Ofícios" de Oslo. Morou em Berlim, Florença e Roma. Em 1893 realizou a obra “O Grito” esta tela foi pintada após uma experiência alucinante vivida pelo norueguês enquanto passeava no parque Ekebert, em Oslo. A obra é inspirada na própria vida pessoal do pintor, nas suas tristezas, angústias profundas, na sua história de vida e desencontros. A possível fonte de inspiração para esta figura humana estilizada pode ter sido uma  múmia peruana que Munch viu na exposição universal de Paris em 1887. Esta tela é considerada um fenómeno global apenas comparável ao da Gioconda, de Leonardo da Vinci e encontra-se exposta na Galeria Nacional, Oslo.
É uma pintura, tipo óleo sobre tela, têmpera e pastel sobre cartão. Mede 83.5 x 66 centímetros. Ao fundo vemos um céu, de cores quentes, em oposição ao rio em azul (cor fria) que sobe acima do horizonte, característica do expressionismo, onde o que interessa para o artista é a expressão das suas ideias e não um retrato da realidade. A figura humana, em si, também apresenta cores frias, como o azul, como a cor da angústia e da dor. A personagem encontra-se sem cabelo para demonstrar um estado de saúde precário. Os elementos descritos estão tortos, como se reproduzindo o grito dado pela figura. Quase tudo se encontra deformado, menos a ponte e as duas figuras que estão no canto esquerdo. A dor do grito está presente não só na personagem, mas também em toda a paisagem, ou seja, quando alguém se encontra num estado permanente de sofrimento todo o ambiente se altera, todo o ambiente reflecte o desespero que habita no interior. A meu ver Edvard deu o titulo” O Grito ” à sua tela devido ao momento angustiante vivido pela figura central, em comparação com a vida real o ser Humano sente como que uma vontade de gritar quando se sente angustiado e incapaz de realizar algo na sua vida.
Em suma, esta tela foi fruto de uma experiência vivida por Munch no parque Ekebert em Oslo é uma pintura que apresenta mistura de cores (tanto quentes como frias) e podemos compará-la com a realidade vivida por muita gente com doenças terminais que vivem a sua vida angustiadas. Como já referi esta tela encontra-se na Galeria Nacional na cidade de Oslo e merece ser visitada por ser uma tela que expressa vários sentimentos e pela sua mistura de realidade com ficção. Por isso, visite esta obra e aprecie cada traço desta tela.

Bibliografia:
          www.wikipédia.pt
          http://www.sabercultural.org/template/obrasCelebres/O-Grito-Edvard-Munch.html 
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