sábado, 2 de fevereiro de 2013
'Onde estão os meus velhos amigos', António Sala
Matriz do Exame Nacional de Português 12.º ano (2013)
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Análise de Os Lusíadas: Canto X, estâncias 144-156
O Poeta narra a despedida da Ilha
dos Amores e, na estância 144, o regresso dos marinheiros à pátria,
concretamente a Lisboa (“Até que houveram vista do terreno / Em que naceram…”),
numa viagem que decorreu tranquilamente, pois o tempo estava ameno (“Com vento
sempre manso e nunca irado…” – v. 2) e o mar calmo (“… cortando o mar sereno…” –
v. 1). Entre os versos 5 e 8, o Poeta alude ao prémio e à glória que os
marinheiros, com os seus feitos, alcançaram e que agora vêm entregar ao rei
para seu engrandecimento e da Pátria (“E à sua pátria e Rei temido e amado / O
prémio e glória dão (…) / E com títulos novos se ilustrou.” – vv. 6-8).
É o fim de uma viagem que constitui
um feito heroico que conferiu glória e imortalidade ao monarca e à Pátria.
