O miligrama é uma unidade de peso que representa a milésima parte do metro.
Marta
O miligrama é uma unidade de peso que representa a milésima parte do metro.
Marta
A propósito da Conclusão de Amor de Perdição, fala-se em Romeu e Julieta, de Shakespeare, e o seu final. Para os menos versados nestas coisas da Literatura, talvez seja adequado relembrar que Romeu encontra a amada aparentemente sem vida no túmulo da família e que, desesperado, ingere veneno e morre ao seu lado. Na realidade, a jovem tinha tomado uma poção que a fazia parecer morta temporariamente. Quando desperta e vê o noivo morto, mata-se com um punhal.
Pois bem, mal o professor recorda este desfecho, solta-se a voz tonitruante da Maria Luís:
- Mas eles não tinham morrido num barco?
- Isso era o Titanic - esclareceu a Maria Eduarda Coimbra.
Ficámos esclarecidos.
- Qual é o adjetivo presente na frase?
- O adjetivo é «soluçando».
A nova especialista em gramática da língua portuguesa chama-se Diana Gonçalves.
Lê-se o terceiro ato de Frei Luís de Sousa. Nesta fase, Telmo mostra-se arrependido. O professor questiona a razão do arrependimento.
A resposta surge pela voz da Diana Gonçalves:
- Telmo sente-se arrependido por dizer que Madalena é filha ilegítima.
Pergunta: "Releia o primeiro parágrafo do excerto extraído de Memorial do Convento. Explicite o dilema com o qual Baltasar se debate, tendo em conta tanto a sua condição física como a sua condição económica."
Passo 1: O "Raio-X" ao Enunciado (Ler com a caneta)
Passo 2: A Recolha de Dados
Grupo I
Grupo II
Grupo III
Pergunta 2: "Releia as estâncias 52 e 53.
Explicite duas características de D. Fernando, fundamentando a sua resposta em
informações presentes nas estâncias mencionadas."
Passo 1: O "Raio-X" ao Enunciado (Ler com a
caneta)
O aluno deve dividir o enunciado em 5 peças fundamentais
para perceber as "regras do jogo" impostas pelo IAVE:
Passo 2: A Recolha de Dados (A caça às características)
Sabendo exatamente o que procurar, o aluno vai às estâncias
52 e 53 recolher apenas duas provas (os Tópicos de Resposta do IAVE):
o Mas
há um detalhe crucial a sublinhar: a palavra "fundamentando". Isto
significa que cada característica que o aluno explicar terá de ser
obrigatoriamente comprovada com citações do texto.
Passo 3: A "Fórmula" da Resposta
Para garantir clareza máxima e todos os pontos na
estruturação do discurso, o aluno aplica os dados recolhidos numa estrutura
fixa de preenchimento (como se fosse uma receita):
Passo 3: A Construção da Resposta (O
"Esqueleto") Tendo as duas características e os versos que as
provam, a redação torna-se mecânica e segura, utilizando conectores para guiar
o corretor:
Resposta:
Nas
estâncias 52 e 53, o narrador apresenta-nos traços marcantes do perfil do
infante D. Fernando.
Por um
lado, o Infante revela um profundo altruísmo (ou abnegação), uma vez que
abdica da sua própria liberdade e segurança em prol da salvação do seu povo,
como se comprova através dos versos «Que, por salvar o povo miserando /
Cercado, ao Sarraceno se entregava» (vv. 11-12).
Para
além disso, demonstra um forte patriotismo (ou amor à pátria), pois
sujeita-se a uma vida de escravidão apenas para garantir que a pátria
portuguesa não perde o território de Ceuta («Só por amor da pátria está
passando / A vida, de senhora feita escrava» - vv. 13-14).
Pergunta 1: "Refira a opinião do narrador sobre o
reinado de D. Duarte, tendo em conta duas ideias expressas na estância
51."
Vamos desconstruir isto passo a passo:
Passo 1: Ler o enunciado com «lupa» O que é que a
pergunta nos está a exigir exatamente?
Passo 2: Descodificar a Estância 51 (A Leitura Atenta)
Vamos ler a estância como se fosse um texto normal, fluído, e procurar entender
o vocabulário, que é a primeira grande barreira.
Passo 3: Estruturar a Resposta (O "Esqueleto")
Agora que já fomos ao texto "pescar" as ideias que os critérios de
correção exigem, temos de organizar a nossa resposta. Uma resposta de exame não
pode ser uma lista de tópicos soltos. Lembrem-se de que os critérios avaliam a
vossa estruturação do discurso e coesão textual.
Eu aconselho sempre a seguinte estrutura lógica:
Passo 4: Cuidados Finais e Revisão
Resposta:
De
acordo com o narrador, o reinado de D. Duarte não foi um período feliz ou
afortunado.
Por um
lado, o texto justifica esta visão destacando a alternância inevitável entre
momentos bons e maus que marcou este período, evidenciando que a felicidade e a
tristeza se foram sucedendo («Que assi vai alternando o tempo iroso / O bem co
mal, o gosto co a tristeza.» – vv. 3 e 4).
Por
outro lado, o narrador sublinha a inconstância e a falta de estabilidade da
Sorte («Ou quem viu em Fortuna haver firmeza?» – v. 6), constatando que essa
mesma instabilidade da Fortuna se abateu de forma particularmente severa e
cruel no reinado deste monarca específico, o que é comprovado nos versos finais
da estância («Pois inda neste Reino e neste Rei / Não usou ela tanto desta
lei?» – vv. 7 e 8)."
Grupo I
Pergunta 3.
Pergunta 4.
Pergunta 5.
Pergunta 6.
Pergunta 7.
Grupo II
Pergunta 1.
Pergunta 2.
Pergunta 3.
Pergunta 4.
Pergunta 5.
Pergunta 6.
Pergunta 7.
Grupo III